Atividade: Estado - Nação - País
Frase andante
=========================== Bem-vindo(a) =============================
ATENÇÃO. Este blog é apenas mais uma ferramenta de apoio complementar ao conteúdo do livro didático para auxiliar meus alunos e visitantes. Os vídeos e textos apresentados e indicados estão disponíveis na internet e são citados sempre com as referências e fontes. Que este blog seja mais um instrumento de aprendizagem e reforço de conteúdo para todos os visitantes. Seja bem-vindo(a).
====================================================
terça-feira, 10 de maio de 2022
domingo, 3 de abril de 2022
+ Pré-História - Brasil: Sambaquis e Civilizações Amazônicas +
Os Sambaquis
Povos Agricultores: Viveram de 3,5 mil a 1,5 mil anos atrás. Habitavam cabanas ou casas subterrâneas e eram conhecedores da técnica da cerâmica. No Rio Grande do Sul foram chamados de Itararés e no Sudeste e Nordeste de Tupis. Esses povos deram origem às tribos indígenas do Brasil. Os tupis conheciam a agricultura e por isso, eram sedentários. A cerâmica era usada para armazenar alimentos e como urnas funerárias quando alguém falecia. Fonte: https://www.todamateria.com.br/pre-historia-brasileira/
Civilizações amazônicas: marajoaras – tapajônicas
Nas regiões do interior do Brasil também são encontrados
riquíssimos sítios arqueológicos. Os chamados “cemitérios dos índios” são, na
verdade, vestígios de antigas civilizações do território brasileiro. Ali
encontramos grandes aldeias que realizavam sofisticados rituais funerários.
Datados com cerca de mil anos, esses povos possuíam uma cultura bastante
diferente da dos sambaquis.
Ainda na região amazônica, temos relato sobre um outro conjunto
de povos pré-históricos. Designados como integrantes da civilização marajoara,
esses povos deixaram interessantes vestígios materiais. Dotados de uma arte
ceramista ricamente detalhada, esta civilização faz parte dos mais complexos
grupos humanos que viveram em terras brasileiras.
Com o passar dos anos, as civilizações ameríndias foram
desenvolvendo-se em território nacional. Espalhados em diferentes tribos, os
índios brasileiros integraram uma parte mais recente da História das populações
nativas do Brasil. A partir do século XV, a chegada dos europeus transformou
radicalmente a situação dos índios. A intolerância religiosa e cultural, a
violência e as epidemias foram responsáveis pela dizimação dos povos indígenas
no país.
Fonte:
https://brasilescola.uol.com.br/historiag/prehistoria-brasileira.htm
sábado, 2 de abril de 2022
A “Pré-História Brasileira”
sexta-feira, 1 de abril de 2022
Teorias sobre a origem do homem americano e brasileiro
Teorias
sobre a origem do homem americano e brasileiro
Chegando à América
A hipótese tradicional propõe que o ser humano chegou ao
continente americano atravessando uma ponte de gelo ou terras emersas na região
do Estreito
de Bering, entre os
atuais Estados Unidos e Rússia. Segundo essa hipótese, alguns cientistas
afirmam que a chegada dos primeiros grupos teria acontecido há cerca de 20 mil
anos, durante a última glaciação, época em que a temperatura do planeta esteve
extremamente baixa e as geleiras avançaram dos pólos em direção ao equador.
Esses primeiros ocupantes da América, que teriam vindo das atuais
Mongólia e Sibéria, na Ásia, seriam caçadores e estariam perseguindo suas
presas quando fizeram a travessia para a América do Norte. Tudo indica que,
naquele momento, o nível do mar estava aproximadamente 150 metros mais baixo do
que atualmente, formando assim uma sólida faixa de gelo. Essa camada de gelo
teria se desfeito quando a temperatura do planeta subiu, dando origem ao atual
Estreito de Bering.
A migração de seres humanos através do Estreito de Bering não pode
ser descartada, mas é provável que tenham existido outros caminhos. É possível
também que homens e mulheres tenham chegado ao continente americano muito antes
dessa data.
Ainda não se sabe ao certo quando os primeiros grupos humanos
começaram a povoar o território brasileiro.
Durante muitos anos, esses grupos forma crescendo e avançando em
todas as direções do continente, ocupando inclusive o território que hoje é o
Brasil. Como eram nômades, deslocavam-se de um lugar para o outro,
alimentando-se de animais, peixes, frutas e raízes.
Eles percorreram o continente em direção ao sul, acompanhando
rebanhos de animais e caçando bisões, mamutes, castores e preguiças gigantes.
Os cientistas encontraram fósseis desses animais e pontas de flechas que
indicam os caminhos por onde andaram nossos antepassados.
Com o passar do tempo, alguns grupos foram se fixando em
diferentes lugares. Passaram a domesticar animais e a cultivar a terra,
formando pequenas aldeias.
Fonte: https://www.sohistoria.com.br/ef2/origemhomem/
quinta-feira, 31 de março de 2022
Chegada do Homem à América: principais hipóteses
Chegada do Homem à América: principais hipóteses
As principais hipóteses sobre a chegada
dos seres humanos ao continente americano.
De acordo com estudos arqueológicos, existem três principais hipóteses para explicar a chegada dos primeiros seres humanos ao continente americano. Como veremos abaixo, uma delas é, atualmente, a mais aceita em função das recentes pesquisas arqueológicas.
As
três hipóteses e a qual é a mais aceita
1 - A hipótese mais aceita diz que os primeiros seres humanos chegaram ao continente americano há, aproximadamente, 12 mil anos (na passagem do Paleolítico para o Neolítico), vindos do continente asiático. Teriam entrado pelo extremo norte da América (região do Alasca), após atravessarem o Estreito de Bering, quando as águas do Mar de Bering (passagem) estava congelada. Esses estudos apontam que os grupos humanos, após entrarem na América, espalharam-se por todo o continente.
2 - Existe uma outra hipótese, parecida com a primeira, que também afirma que os seres humanos vieram da Ásia, porém há 15 mil anos, aproximadamente, e entraram pelo Estreito de Bering. De acordo com arqueólogos que defendem essa hipótese, os seres humanos foram se estabelecendo na costa oeste da América do Norte e, aos poucos, navegaram para a América Central e do Sul. Numa etapa seguinte, foram penetrando para o interior do continente.
3 - Uma outra hipótese, pouca aceita atualmente, afirma que há dezenas de milhares de anos, a partir da costa africana ou da Oceania, os homens navegaram e chegaram a costa oeste (os vindos da Oceania) e leste (os vindos da África) da América do Sul. Numa etapa seguinte, os grupos humanos foram penetrando para o interior do continente.
Por que hipóteses?
Os estudos arqueológicos a respeito desse importante fato histórico ainda estão em desenvolvimento. Muitas pesquisas e achados futuros podem mudar esse cenário a qualquer momento. Outras hipóteses podem surgir e até mesmo uma
domingo, 23 de janeiro de 2022
domingo, 5 de setembro de 2021
Escravidão na colônia brasileira - 7º ano
Escravidão na colônia brasileira
Escravidão: da África ao Brasil
Os africanos
escravizados formaram a força de trabalho no Brasil por séculos. A maioria dos africanos, escravizados,
pertenciam aos povos africanos sudaneses (Costa do Marfim, Senegal) e bantos
(Moçambique, Angola e Congo). Após
capturados por tribos inimigas, estes africanos eram forçados a embarcar em
navios conhecidos como “navios negreiros”.
Após quase dois meses de viagem no Oceano Atlântico em
condições precárias, com pouca comida e segurança e muitas doenças e mortes,
chegavam em terras brasileiras, principalmente no Rio de Janeiro, Pernambuco e
Bahia
Já desembarcados nas cidades do
litoral brasileiro, os escravos eram examinados, avaliados e comprados. Geralmente separados de suas famílias, eram
levados para o trabalho em fazendas, engenhos, comércio e como domésticos nas
casas dos seus senhores.
Vida de escravo no Brasil
No Brasil,
os escravos trabalhavam de doze a quinze horas por dia: começavam entre 4 e 5
horas da manhã e iam até o anoitecer. Por vezes, nas manhãs dos feriados e domingos
eram usados no conserto de cercas, caminhos e outros serviços. Recebiam uma
cuia de feijão e uma porção de farinha de mandioca ou de milho. Vez por outra,
recebiam também pedaços de rapadura e carne-seca.
Eram
castigados por qualquer pequena falta. Entre os instrumentos de castigos
estavam a palmatória, a máscara de ferro e a chibata. O escravo era, ao mesmo tempo, objeto e
pessoa, tinha vontade própria, mas não podia executá-la se fosse contrária à
vontade de seu senhor.
As fugas e o suicídio ocorriam como
forma de resistência. Os escravos que fugiam refugiavam-se em grupos chamados
de Quilombos. O maior e mais duradouro
de todos os quilombos brasileiros foi o Quilombo de Palmares, no atual estado
de Alagoas.
Os africanos não vieram para o Brasil
por vontade própria; foram trazidos para trabalhar. O homem trabalhava como
agricultor, carpinteiro, ferreiro, pescador, pedreiro, carregador, ajudante no
comércio e em várias outras funções. A mulher cultivava a terra, cuidava dos
doentes, colhia e moía a cana, lavava, passava, fazia partos, vendia doces e
salgados e outras atividades.
Nos engenhos, o trabalho começava na
madrugada: antes do nascer do sol, a porta da senzala era aberta e os escravos
eram conduzidos às áreas de trabalho. Grande parte dos escravos ia para os
canaviais, onde faziam o plantio, a colheita e o carregamento para o barracão
do engenho. Dentro do barracão, cuidavam da moenda, da fornalha e da caldeira -
fervura do caldo da cana. Depois, colocavam em formas e eram encaixadas para a
venda.
Na mineração, os escravos também
faziam a maior parte do trabalho. Garimpavam ouro no leito do rio e em galerias
estreitas, molhadas e sem segurança, que desabavam com frequência. Ficavam o
dia inteiro em pé, com parte do corpo dentro da água e em péssimas condições.
sábado, 4 de setembro de 2021
Tráfico negreiro - vídeo - 7ºano
Vídeo - 7º ano - Tráfico negreiro
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=y2-SAxldlcc
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
Sistema escravocrata no Brasil colonial - vídeo
Brasil escravocrata - ficha
terça-feira, 31 de agosto de 2021
Conquista espanhola na América
Pau-Brasil e Economia Açucareira - vídeos - I.
domingo, 1 de agosto de 2021
=========== OS BANDEIRANTES - resumo ===========
Em 1600, enquanto a capitania de Pernambuco progredia embalada pela produção de açúcar, a capitania de São Vicente vinha perdendo força. Então, por falta de trabalho, parte da população vicentina subiu a Serra do Mar e, aos poucos, formou um povoado, São Paulo do Campo de Piratininga.
O povoado que mais tarde veio a ser
vila e depois a cidade de São Paulo teve um crescimento lento. Em 1660, São
Paulo era um povoado pobre; tinha apenas 150 casas, habitadas por cerca de
1.500 pessoas que plantavam milho e mandioca e criavam porcos e galinhas para
sobreviver.
Os paulistas eram homens rudes e acreditavam
que a única solução para a pobreza estava no sertão. Por isso, decidiram
organizar bandeiras, ou seja, expedições particulares que partiam geralmente de
São Paulo com o objetivo de capturar indígenas e achar ouro e pedras preciosas.
Uma grande bandeira era formada por
um ou dois bandeirantes experientes, alguns jovens de origem portuguesa, vários
mestiços e centenas de indígenas escravizados, usados como guias, carregadores,
guerreiros e cozinheiros.
Desde o inicio, os paulistas
prenderam e escravizaram índios. A partir de 1620, porém, com o crescimento das
plantações de trigo em São Paulo, aumentou muito a procura por trabalhadores.
Então, os paulistas organizaram grandes bandeiras de caça ao índio. Para
conseguir aprisionar muitos indígenas de uma só vez, atacavam as missões
jesuíticas.
As principais bandeiras de caça ao
índio, chefiadas por Antônio Raposo Tavares, destruíram em apenas dez anos
(1628-1638) as missões de Guairá (Paraná), Itatim (Mato Grosso do Sul) e Tape
(Rio Grande do Sul).
Desde cedo, os bandeirantes
encontraram pequenas quantidades de ouro no leito dos rios. No século XVII, uma
crise econômica levou o rei de Portugal a escrever aos bandeirantes para que
procurassem ouro e pedras preciosas no sertão. Em 1674, Fernão Dias Pais partiu
de São Paulo em direção ao sertão e pensou ter encontrado esmeraldas, mas eram
turmalinas, pedras verdes sem nenhum valor.
A trilha aberta por Fernão Dias, no
entanto, serviu para outras bandeiras, que, seguindo o mesmo caminho,
descobriram ouro. Entre elas, cabe destacar as bandeiras de: Antônio Rodrigues
Arzão, Sabará (Minas), por volta de 1693; Pascoal Moreira Cabral, Cuiabá (Mato
Grosso) em 1719; Bartolomeu Bueno da Silva, Vila Boa (Goiás), por volta de
1725.
Nos séculos XVII E XVIII, os
bandeirantes foram contratados por fazendeiros e autoridades para combater
índios ou negros rebelados contra a escravidão. Esse tipo de “negócio” entre
bandeirantes e poderosos era chamado de sertanismo de contrato.
História: Sociedade e Cidadania -7º
ano. Alfredo Boulos. Editora FTD.
Entradas e bandeiras - Os bandeirantes - resumo - 7ºano
No desenvolvimento do processo de colonização do Brasil, a organização de expedições pelo interior teve objetivos diversos. A busca por metais e pedras preciosas, o apresamento de indígenas, a captura de escravos africanos fugitivos e o encontro das drogas do sertão são apenas alguns dos aspectos que permeiam a motivação desses deslocamentos. Em suma, as expedições pelo interior do território estiveram divididas entre a realização das entradas e bandeiras.
As entradas envolviam a organização do governo português na realização de expedições que buscavam a apresamento de índios e a prospecção de minérios. Chegando ao século XVII, momento em que o açúcar vivia uma acentuada crise e o governo português se recuperava do domínio espanhol, as autoridades coloniais incentivavam tais ações exploratórias na esperança de descobrirem alguma outra atividade econômica capaz de ampliar os lucros da Coroa.
Além da ação oficial, a exploração do território colonial aconteceu pelas mãos de particulares interessados em obter riquezas, buscar metais preciosos e capturar escravos. Conhecidos como bandeirantes, essas figuras do Brasil Colonial irrompiam pelos sertões ultrapassando os limites impostos pelo Tratado de Tordesilhas e saíam, geralmente, das regiões de São Paulo e São Vicente. De fato, ao longo do tempo, vemos que o bandeirantismo se dividiu em diferentes modalidades.
No chamado bandeirantismo apresador, os participantes da expedição tinham como grande alvo o aprisionamento e a venda de índios como escravos. Esse tipo de atividade gerava bons lucros e atraia a atenção dos bandeirantes às proximidades das reduções jesuíticas. Afinal de contas, essas comunidades religiosas abrigavam um grande número de nativos a serem convertidos à condição de escravos. Como resultado dessa ação, a Igreja entrou em conflito com os praticantes desse tipo de bandeirantismo.
No bandeirantismo prospector, observamos a realização de expedições interessadas na busca por metais e pedras preciosas pelo interior. Por não ter garantias sobre o descobrimento de regiões auríferas, o bandeirantismo prospector era realizado paralelamente à captura de nativos, extração de drogas do sertão ou realização de qualquer outra espécie de atividade. Nos fins do século XVII, a prospecção bandeirantista instaurou a exploração de ouro na região de Minas Gerais.
Por fim, ainda devemos falar sobre o bandeirantismo de contrato. Esse tipo de ação expedicionária era contratado por representantes da Coroa ou senhores de engenho interessados em combater as populações indígenas mais violentas ou realizar a recaptura dos escravos africanos que fugiam. Além disso, o bandeirantismo de contrato foi empregado na organização de forças que combatiam a organização dos quilombos pelo interior do território.
Por Rainer Sousa Graduado em História
Brasil: início da colonização - resumo - 7º ano
Brasil: início da colonização
A = A colonização ultramarina portugueses iniciou-se em meados do século XV, após a conquista de Ceuta (localizada no norte da África) e com a colonização dos arquipélagos dos Açores e da Madeira (Oceano Atlântico). As ilhas produziam trigo e açúcar e também serviam de base para os navegadores portugueses explorarem o litoral africano nas viagens rumo às Índias. Com as navegações e as explorações marítimas, Portugal e a Espanha firmam um acordo dividindo a posse destas novas terras conquistadas (Tratado de Tordesilhas, 1494). Este tratado garantiria aos portugueses o controle das rotas de navegações marítimas do Atlântico Sul. Em duas décadas, os portugueses fundaram feitorias (locais com entrepostos comerciais) na Ásia e na África e iniciariam as explorações destas novas terras.
Animado com os lucros das viagens marítimas, o rei de Portugal, D. Manuel, envia uma outra expedição às Índias, comandada por Pedro Álvares Cabral e com autorização para Cabral tomar posse de terras que encontrasse. Assim, estes navegadores se afastam do litoral africano, velejando cada vez mais em direção ao Ocidente e depois de 43 dias navegando, chegam na região de Porto Seguro, atual Bahia (22/04/1500). No dia 26 de abril de 1500 os padres jesuítas, vindo com Cabral, rezam a primeira missa em território brasileiro.
B = A partir de 1500, o Brasil foi inserido na rota oriental do comércio português, mas até 1530 não houve uma ocupação efetiva do Brasil, já que os portugueses estavam mais interessados no comércio com as Índias Orientais – mais lucrativo. Este período de 30 anos (1500-1530) é chamado de período pré-colonial. Mesmo assim, neste período já há a extração do pau-brasil no litoral brasileiro, primeiro produto de valor comercial explorado por Portugal. Através da prática do escambo, isto é, em troca de ferramentas de metal e outros utensílios e adereços (pentes, facas, espelhos, colares e outras bugigangas), os indígenas abasteciam os navios portugueses com madeira, que era comercializada na Europa.
Mas, neste período, o
litoral brasileiro também começou a ser frequentado por franceses, espanhóis,
ingleses e outros navegadores com o objetivo de contrabandear pau-brasil.
Diante desta situação, Portugal começou a se preocupar com o Brasil e a partir
de 1530 começa a enviar expedições para proteger estas terras e também D. João
III, rei português, decide implantar no Brasil o sistema de capitanias
hereditárias (15 capitanias criadas em 1534).
Com o fracasso das capitanias hereditárias, em
1548 foi criado o governo geral, sediado na cidade de Salvador (Bahia),
primeira capital do Brasil. O governo geral deveria centralizar e coordenar a
colonização do Brasil. Com o objetivo de povoação e proteção de invasores,
vilas são fundadas. Em 1554 os padres jesuítas fundam a cidade de São Paulo e
em 1565, após a expulsão dos invasores franceses, os portugueses fundam a
cidade do Rio de Janeiro (1565). Nas cidades são instaladas as câmaras
municipais que cuidarão da administração destas cidades.
A expansão destas missões atraiu interesses de
colonos paulistas, conhecidos como bandeirantes. Estes bandeirantes paulistas penetraram
no interior da colônia em busca de riquezas minerais, sobretudo o ouro e a
prata, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos. Contribuíram, em
grande parte, para a expansão territorial do Brasil além dos limites impostos pelo
Tratado de Tordesilhas, ocupando o Centro Oeste e o Sul do Brasil e descobrindo
ouro em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Mas, também entraram em conflitos
com missões indígenas no interior da colônia e frequentemente acusados de
extermínio e escravização de muitas aldeias indígenas. Podemos destacar os bandeirantes Antônio
Raposo Tavares, Bartolomeu Bueno (Anhanguera), Fernão Dias e Domingos Jorge
Velho.

