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sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Maias, astecas e incas: mapa

Mapa e localização dos povos maias, astecas e incas.

                                                                                                                                          http://historia-mais-historia.blogspot.com.br

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

A conquista das terras astecas e incas- 7ºanos


A conquista das terras astecas e incas


A conquista das terras astecas.
O oficial espanhol Hernan Cortez desembarcou nas terras onde hoje é o México com 508 soldados, além de cavalos e canhões. Os indígenas provavelmente estranharam aqueles homens brancos, com roupas e armas de ferro, e montados em seres estranhos (os astecas desconheciam o cavalo). Os espanhóis, por sua vez, também devem ter estranhado os modos de viver, de se vestir e de falar dos astecas.
Passado esse primeiro momento de estranhamento de lado a lado, os espanhóis descobriram que os povos sob domínios do Império Asteca estavam insatisfeitos com a opressão a que eram submetidos à cobrança violenta de tributos, saque e roubo de seus bens, entre outros. Os espanhóis, então, aliaram-se a eles e seguiram para Tenochtitlan, a capital dos astecas em busca de riquezas.
O primeiro contato entre Cortez e Montezuma (governador asteca) foi amistoso; o espanhol foi inclusive recebido no palácio do  asteca, e, aproveitando-se disso conheceu um pouco mais sobre as rivalidades existentes no interior do império indígena. Mas, poucos meses depois, não se sabe bem porque, um oficial espanhol ordenou a invasão de um templo religioso asteca, localizado em Tenochtitlan, ocasionando a morte de muitas pessoas ali reunidas. Os astecas reagiram contra-atacando; obrigados a fugir, os espanhóis se refugiaram em Tlaxcala, cidade de seus principais aliados. Lá, eles se organizaram, conseguindo reunir milhares de novos aliados indígenas e, depois de um cerco de três meses, invadiram e conquistaram a capital asteca (1521).

A conquista das terras incas.
 A notícia de que havia ouro no sul da América, estimulou a cobiça de outro aventureiro espanhol, Francisco Pizarro que, juntamente com Diego Almagro, organizou uma expedição em direção aos Andes, onde estava localizado o Império Inca.
Acompanhado de apenas 180 homens, parte dos quais a cavalo, Pizarro entrou nas terras incas, em 1532, e logo conquistou a cidade inca de Cajamarca. Depois de instalar-se nessa cidade, convidou o inca Atahualpa para um encontro reservado.
Assim que Atahualpa chegou, Pizarro mandou prendê-lo e ordenou a seus soldados que atirassem nos incas de surpresa. Em seguida, os espanhóis partiram para a conquista de Cuzco, a mais importante cidade do Império Inca. Para isso, contaram com a ajuda de vários povos indígenas, inimigos dos incas, e também com a divisão entre os próprios incas, motivada pelas disputas pelo trono entre os irmãos Atahualpa e Huascar.  Depois de tomar Cuzco, Pizarro fundou a Cidade de los Reyes, atual cidade de Lima (Peru) e fez dela a capital do domínio espanhol.

Fonte: História: Sociedade e Cidadania –7ºano. Alfredo Boulos Júnior. Editora FTD.

Formação Portugal - Espanha (mapas)

Mapas:Formação Portugal-Espanha

                Fonte:http://fabiopestanaramos.blogspot.com.br/2011/12/formacao-das-monarquias-ibericas.html

Civilizações pré-colombianas - resumo.

MAIAS, INCAS E ASTECAS
OS MAIAS: Desenvolveram sua civilização na América Central, em territórios que hoje compreendem o sul do México, a Guatemala, Belize e Honduras, chegando a expandir sua influencia para áreas ao norte, localizadas na  região central do México.  Os antepassados mais antigos dos maias viviam na costa do Oceano Pacífico, já por volta de 1800 a.C. Eram sedentários e produtores de vasos cerâmicos, espalhado sua civilização, pouco a pouco, por uma imensa área da América  Central. A partir de 250 D.C., as cidades maias floresceram, até por volta do ano 900 d.c. – o que corresponde ao que foi chamado de Período Clássico, caracterizado pelo desenvolvimento da agricultura e pela formação de muitas cidades planejadas, como Copán, Palenque e Tikal. Nessas cidades, as construções foram se tornando cada vez mais complexas, com destaque para templos e pirâmides.
                As cidades do Período Clássico foram sendo abandonadas no século IX d.C., não se sabe ainda, ao certo, por que, mas a maioria dos estudiosos considera que pode ter sido em consequência de fortes mudanças climáticas, que provocaram o resfriamento  de amplas áreas no Hemisfério Norte. Por causa de mudanças, teria havido o esgotamento agrícola na região, agravando as dificuldades econômicas, que provocaram muitas lutas internas. O período pós-clássico (século X-XVI) testemunhou o florescimento de centros mais ao norte, no Yucatán, como Chichén Itzá. Finalmente, os Maias defrontaram-se com os conquistadores espanhóis, tendo sido por eles catequizados, embora tenham mantido sua língua e outros traços culturais, o que se comprova pelo fato de, até hoje, a população dessas regiões maias falar o antigo idioma e preservar muitos costumes e tradições milenares.
                Os maias desenvolveram um sofisticado sistema de escrita, usando ideogramas e sinais silábicos para grafar e registrar os acontecimentos, suas crenças e cálculos astronômicos. Sobre a observação dos astros, os conhecimentos desenvolvidos pelos maias impressionam os estudiosos até hoje, por sua grande precisão, havendo quem afirme que nunca antes, em outra civilização, os fenômenos astronômicos haviam sido observados  com tanta acuidade. Um dos motivos dessa preocupação com os astros era a motivação religiosa, pois consideravam que a história humana e natural dependia desses cálculos preciosos.
 OS ASTECAS: Ao norte, no México, a civilização asteca  desenvolveu-se ao redor do Vale do México a partir do século XIII, com sua capital localizada em Tenochtitlán.  Os astecas expandiram-se em direção ao sul, conquistando parte da América Central. Só foram derrotados pelos conquistadores espanhóis, a partir de 1519. A civilização asteca ficou conhecida por seu ímpeto guerreiro e pelos  sacrifícios humanos e canibalismo que realizavam. Ambas as praticas tinham caráter religioso, mas impressionaram os espanhóis e, depois,  os próprios estudiosos, em razão do elevado número de pessoas sacrificadas. Contemporâneos  espanhóis relataram que os astecas explicavam tais mortes afirmando que os europeus  de  matavam em guerras, enquanto os astecas sacrificavam os sobreviventes após as batalhas.
 OS INCAS: A terceira grande civilização americana foi a inca. Os incas formaram o maior império do continente americano, não havendo, em sua época de esplendor, qualquer reino europeu que a ele se equiparasse. Sua formação data do século XIII d.C., na região dos Andes, com capital em Cuzco, abrangendo um território que, de norte a sul, estendia-se da atual Colômbia até a Argentina, com seu centro no Peru. O grande Império Inca espalhou-se por áreas montanhosas, mantendo as comunicações por um sistema de estradas único -  considerado por alguns pesquisadores como o melhor do mundo, em sua época, por onde passavam pessoas, animais de carga e transporte. Até as trilhas indígenas do Brasil estavam conectadas com essas vias. Pavimentadas, as estradas incas tinham escadas e pontes de madeira e corda, já que a roda nunca foi usada no continente americano, até a chegada dos europeus. Para administrar  esse imenso império, os incas também inventaram um sistema de escrita diferente de todos os outros conhecidos. Eram usados  cordas e nós, chamados de quipos, cuja descrição chegou até os espanhóis, que os destruíram quase  todos, de modo que, ao contrario da escrita maia, a inca não pode ser decifrada. Mesmo assim, a língua desse povo, o quícha, continua sendo falada até os dias de hoje. Pela imensidão do império, seu idioma e sua cultura forma difundidos para muito além de suas dilatadas fronteiras. Por exemplo, a palavra “garoa”, usada no sul do Brasil e na Argentina, áreas muito distantes do antigo Império Inca, é o idioma quíchua e significa “chuvisco”.
                Assim como os maias e os astecas, os incas também acabaram derrotados pelos espanhóis, no século XVI, mas, no caso deles, a conquista foi mais lenta do que nas terras menos montanhosas ocupadas pelos outros dois povos.  Nos Andes, o último rei inca, Túpac Amaru, foi capturado apenas em 1572. O Império Inca deixou de existir, mas o idioma e a cultura dos quíchua continuaram em uso e se fundiram com os dos espanhóis.
Fonte: Apostila de História – 7º ano (Professor).  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Maias, astecas e incas - vídeos.

Vídeos sobre as sociedades pré-colombianas.




Fonte: www.youtube.com/watch?v=juRCCDagcMQ






                                                                                                    



Maias, astecas e incas: quadro comparativo.

Quadro comparativo: maias, astecas e incas.

Povos Pré-colombianos

Povos


Incas

Maias

Astecas

Localização

Cordilheiras dos Andes: partes da Bolívia, Chile, Peru e outros países
Sul do México e partes da Guatemala, El Salvador, Belize e Honduras

Atual México

Religião

Politeístas (acreditavam em vários deuses). Deuses na natureza.
Sacrifícios de animais aos deuses.
Politeístas (acreditavam em vários deuses). Deuses na natureza.
Usavam urnas para enterrar os mortos.
Politeístas (acreditavam em vários deuses).
Recebeu a influência de vários povos conquistados.

Economia

Agricultura (técnicas de irrigação)
Artesanato e mineração.
Agricultura (técnicas de irrigação)
Artesanato.

Agricultura (técnicas de irrigação)
Comércio exterior.

Política

Teocracia. Divindade do imperador.
Imperador Inca: filho do sol
Teocracia. Divindade do imperador.

Teocracia. Divindade do imperador.


Curiosidades

Não possuíam escrita.
Usavam o Kipu (cordões com nós coloridos para fazer cálculos).
Milho: produto básico.
Desenvolveram a escrita hieroglífica.
Criaram um símbolo para o zero
Domesticavam o cachorro e o peru.  Cultivavam Cacau (chocolate)
Utilizavam chinampas: hortaliças cultivadas em ilhas artificiais.


Maias - Astecas - Incas


As sociedades maia, asteca e inca (ficha-resumo).


No início do século XVI, as expedições conquistadoras espanholas na América tiveram contato com três grandes civilizações americanas: os maias, os astecas e os incas.

1. Maias.
Os maias ocuparam uma região da América Central e parte o atual México. A principal atividade econômica era a agricultura. Politicamente, eram governados por teocracias (imperadores divinizados).
Os maias construíram ricas cidades, com planejamento urbano, arquitetura e engenharia avançada. Quanto à religião, eram politeístas e cultuavam muitos desuses.
Entre os séculos XIII e XVI, furacões e epidemias, a crise da agricultura e a fragmentação política teriam provocado o declínio econômico e militar dos maias, facilitando o domínio asteca e, posteriormente, a destruição empreendida pelos conquistadores espanhóis, comandados por Hernán Cortez.

2. Astecas.
No império asteca (região do atual México), viviam milhões de habitantes de uma civilização que atingiu o apogeu político, econômico e militar justamente na época em que os espanhóis chegaram ao continente e encontraram ricas cidades, grandes construções, templos, palácios e muito metal precioso.
Politicamente, eram governados por teocracias (imperadores divinos). No campo, onde se desenvolviam técnicas avançadas de irrigação e cultivo, eram plantados produtos que abasteciam as cidades, como o milho. Quanto à religião, eram politeístas e cultuavam muitos desuses.
Em 1519, o espanhol Hernán Cortez liderou uma expedição militar para submeter os astecas ao seu domínio. Os espanhóis comandaram um dos maiores genocídios de que se tem notícia na história: o fogo das armas, a fome, a varíola e outras doenças trazidas pelos invasores arrasaram os astecas; os sobreviventes ainda seriam submetidos ao trabalho compulsório.

3. Incas.
Entre os séculos XIII e XV, os incas ergueram o mais extenso império da América antes de Colombo, que tinha como eixo a cordilheira dos Andes (Chile, Peru, Bolívia e partes de outros países).
A principal atividade econômica era a agricultura. Politicamente, eram governados por teocracias (imperadores incas: filho do sol). Quanto à religião, eram politeístas e cultuavam muitos desuses.
No início da década de 1530, sob o comando de Francisco Pizarro, os espanhóis submeteram os incas ao seu domínio, a exemplo do que aconteceu com os astecas.



                        Fonte: História: ciências humanas suas Tecnologias. Caderno de revisão - ensino médio. Editora Saraiva



Maias, astecas e incas.Resumo.

      Ficha resumo sobre os maias, astecas e incas.
                                    (livro didático de História - 7ºano)


A civilização maia
Os maias ocupavam a região que atualmente corresponde ao sul do México e a alguns países da América Central, como Guatemala, El Salvador, Honduras e Belize. O apogeu dessa civilização se deu, aproximadamente, entre os anos 300 e 900 de nossa era.
Milho, algodão, feijão e cacau eram alguns dos produtos que cultivavam. Os homens e as mulheres desse povo dominavam as técnicas de cerâmica, ourivesaria, fiação e tintura de tecidos. Além disso, também sabiam produzir diferentes tipos de borracha, utilizando látex e extrato de plantas. Estudiosos apontam que, além dos maias, os astecas e outros povos que viviam na região chamada de Mesoamérica também produziam borracha, utilizada em faixas, bolas e sandálias.
Desenvolveram um sistema de escrita, que, de modo geral, combinava pinturas e símbolos representativos de palavras e ideias.
Construíram grandes cidades-cerimoniais, como Palenque e Copan -, que foram abandonadas por volta do ano 900 por motivos ainda investigados pelos historiadores. Até hoje, os descendentes dos maias compõem parte considerável dos camponeses da América Central e do México.

A civilização asteca
Os astecas ou mexicas dominaram boa parte do centro e do sul do México atual, conquistando povos que ali viviam antes deles, como os toltecas. A capital do Império Asteca era Tenochtitlán, cidade fundada no inicio do século XIV.
Os astecas plantavam milho, feijão, cacau, algodão, tomate e tabaco. Além disso, comercializavam bens como tecidos, peles, cerâmicas, sal, ouro e prata. Dominavam técnicas da ourivesaria, da cerâmica e da tecelagem. Desconheciam, entretanto, o uso do ferro, da rocha e dos animais de carga.
Os astecas construíram grandes templos, desenvolveram um sistema de escrita e um calendário próprio.
A história da conquista do Império Asteca pelos espanhóis teve início em fevereiro de 1519, quando Hernán Cortés desembarcou na península de Yucatán. Informado da grande quantidade de ouro existente no território asteca, Cortés decidiu conquistá-lo. Combinando habilidade e violência, prendeu o imperador Montezuma e saqueou a cidade de Tenochtitlán.

A civilização inca
Os incas desenvolveram sua civilização na América do Sul, entre o oceano Pacífico e as altas montanhas do Andes, localizando-se principalmente no atual Peru. No período compreendido ente os séculos XII e XVI, eles dominaram outros povos que viviam na região dos Andes (como os chimus, os quíchuas e outros), em áreas que atualmente correspondem ao norte da Argentina e do Chile, à Bolívia, ao Equador e ao sul da Colômbia. Esses povos eram obrigados a pagar tributos ao imperador inca.
O império Inca, com capital na cidade de Cuzco, chegou a ter uma população de 20 milhões de habitantes, governado por um imperador considerado um deus, o filho do sol (o Inca). Para governar, o imperador contava com chefes militares, governadores de províncias, sacerdotes e muitos funcionários.
A economia dos incas baseava-se no cultivo de milho, batata, feijão, tomate e tabaco. Animais como a Ilhama e a alpaca eram usados como meio de transporte e também para fornecer lã, utilizada especialmente pelos moradores das regiões mais frias das montanhas.
As mulheres e os homens do povo inca desenvolveram a tecelagem, a cerâmica, a metalurgia do bronze e do cobre. Sabiam trabalhar metais preciosos, como o ouro e a prata. Construíram palácios, templos, estradas pavimentadas, aquedutos e canis de irrigação. Desenvolveram um sistema de registro de números e acontecimentos por meio de quipos, cordões coloridos em que cada nó servia para registrar informações.
A conquista do Império inca foi iniciada a partir de 1531, por Francisco Pizarro. Em 1533, Pizarro conseguiu invadir a capital inca, desestabilizando todo o Império

Fonte: Saber e Fazer História. 7º ano. Gilberto Cotrim e Jaime Rodrigues. Editora Saraiva.

Formação dos Estados Modernos:Espanha e Portugal


 Ficha


      Espanha
Desde o início do século VIII, a Península Ibérica foi quase totalmente dominada pelos muçulmanos. Os cristãos que lá viviam ocupavam os territórios ao norte da península.
As lutas dos cristãos pela retomada pelos territórios da Península Ibérica ficaram conhecidas pelo nome de Reconquista.
Aos poucos, os territórios que os cristãos reconquistavam na península deram origem a reinos como Leão, Castela, Navarra e Aragão..
As guerras e os casamentos arranjados nos ajudam a entender por que esses reinos variam tanto em tamanho, poder político e militar. Essa instabilidade durou até o casamento de Fernando, herdeiro do trono de Aragão, com Isabel, irmã do rei de Leão e Castela. Da união desses três reinos, formou-se o país Espanha.
Portugal
Afonso VI, que governava os reinos de Leão e Castela, concedeu ao nobre Henrique de Borgonha, como recompensa por sua atuação nas guerras de Reconquista, uma porção de terras situadas entre os rios Douro e Minho e denominada Condado Portucalense.
Mais tarde, no ano 1139, Afonso Henriques, o filho de Henrique, rompeu com o reino de Castela e proclamou-se rei das terras recebidas por seu pai. O passo seguinte foi a conquista das terras ao sul: era o início do reino de Portugal.

terça-feira, 31 de outubro de 2023

***** Tempos modernos chegando - slides - 7º ano *****

Clique abaixo para abrir slides - Transição da Idade Medieval para a Idade Moderna

    Slides - Tempos modernos chegando 


Professor Ferdinando

=========Tempos modernos chegando - 7ºano==========


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A. No final da Idade Média e início da Idade Moderna, 1 as cidades europeias eram pequenas e muitas delas protegidas por grandes muralhas que cercavam as cidades. Estas cidades possuíam uma igreja no centro e em volta dela as casas de luxo.

Mais próximo às muralhas ficavam as casas mais pobres. As ruas eram sujas, escuras e estreitas. O lixo era despejado diretamente nas ruas e devido à falta de higiene eram comuns as doenças e epidemias que matavam milhares de pessoas nestas cidades.  Nesta época, muitas cidades tiveram que se libertar dos seus antigos senhores feudais 2 através de pagamentos aos senhores (carta de franquia) ou através de uma ordem do rei (carta real). Há ainda casos de cidades que se libertaram através de guerras.

 

B. A partir do século XII surgiram as feiras, onde vários mercadores se reuniam para as vendas de seus produtos: 3  tecidos, peles, gados, couro, açúcar, sal e trigo.  Nestas feiras medievais havia também os 4  saltimbancos (artistas de ruas que se apresentavam nas feiras) e os cambistas (pessoas que emprestavam dinheiro a juros aos presentes nas feiras).

 

C. Nas cidades, um novo grupo de pessoas começou a ganhar importância. 5 São os burgueses que se dedicavam ao comércio e logo se enriqueceram.  Estes burgueses moravam nas cidades, participavam das feiras e com o passar do tempo se tornaram ricos e poderosos.  Nas cidades havia também as Corporações de Ofício, onde se reuniam os artesãos para produzirem seus objetos. Nestas Corporações de Ofício trabalhavam o mestre, o oficial, o aprendiz e o jornaleiro.

 

D. O Renascimento 6 surgiu na Itália durante a Baixa Idade Média e logo se espalhou pela Europa. O movimento renascentista buscava inspiração na Antiguidade Clássica (antropocentrismo, racionalismo e individualismo) e negava os valores medievais incorporados pela Europa. Os mecenas, 7  burgueses enriquecidos em busca de prestígio, foram os grandes patrocinadores dos artistas renascentistas. Os principais nomes do Renascimento foram: 8Leonardo da Vinci, Rafael, Nicolau Copérnico, Michelângelo e Galileu Galilei.


Os renascentistas e suas obras


 Leonardo da Vinci (1452-1519).  Considerado verdadeiro gênio criativo, destocou-se tanto nas ciências como nas artes. Obras: Última ceia. Mona Lisa.

  Rafael Sanzio (1483-1520).  Produziu, a pedido de papas da Igreja, diversos afrescos para decorar o palácio do Vaticano. Pintou várias representações da Vigem Maria com o menino Jesus (madonas).

 Michelângelo (1475-1564). Pintor, escultor e arquiteto. Produziu afrescos na Capela Sistina, no Vaticano. Obras: Moisés. Pietá. David.



Atividade direcionada


1. Como eram as cidades europeias no final da Idade Medieval e início da Idade Moderna?----------------

 

2. Como os antigos feudos se tornaram cidades e se libertaram dos seus senhores feudais? ----------------


3.  Quais os principais produtos vendidos nas feiras?--------------------------------------------------------------

  

4. Quem eram os saltimbancos e os cambistas das feiras ---------------------------------------------------------

 

5. Quem eram os burgueses que moravam nas cidades?----------------------------------------------------------

  

6. Em que país surgiu o Renascimento Cultural?   ----------------------------------------------------------------


7. Quem eram os Mecenas? -------------------------------------------------------------------------------------------


8. Cite os principais nomes do Renascimento Cultural? ----------------------------------------------------------

                                                   

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terça-feira, 18 de julho de 2023

Roma Antiga - vídeo

 

Fonte: Brasil Escola - https://www.youtube.com/watch?v=LuW4wS1aAJo

Civilização Romana - mapas

Roma Antiga - mapas

Divisões das províncias romanas


http://topazio1950.blogs.sapo.pt/216565.html
A divisão provincial do Império Romano

                                                   
Conquistas dos romanos

http://filosofandoehistoriando.blogspot.com.br/
                       


A divisão do  Império Romano

http://fazendohistorianova.blogspot.com.br










Civilização Romana - resumo.


Civilização Romana

a cidade de Roma teria sido fundada em 753 a.C., na planície do Lácio, região central da península Itálica. Na época da fundação, a península era habitada por gauleses, etruscos e italiotas (nas planícies centrais) e gregos (ao sul). Entre as tribos indo-europeias, destacavam-se os latinos, habitantes da planície do Lácio.

* Monarquia (753 - 509 a.C.) O rei tinha atribuições administrativas, militares, jurídicas e religiosas. Havia um conselho de anciãos (Senado), que exercia funções legislativas, com poder de veto sobre as leis propostas pelo rei, e uma assembléia da qual participavam todos os proprietários de terras. A economia romana baseava-se na atividade pastoril, e a sociedade era assim dividida: patrícios – camada social dominante, grandes proprietários de terras; clientes – classe intermediária, formada por indivíduos que se colocavam sob dependência ou proteção de famílias patrícias, em troca de prestação de serviços; plebeus – homens livres sem direitos políticos, trabalhavam como camponeses, artesãos ou comerciantes e estavam sujeitos à escravidão por dívidas. No ano 509 a. C., um golpe desfechado pela aristocracia patrícia pôs fim à monarquia.

* República (509 – 27 a.C.) No período republicano, consolidou-se o modo de produção escravista e definiu-se o perfil imperialista da civilização romana. Controlado pela elite patrícia, o Senado passou a ser órgão de maior poder político.
A partir do século V a.C., entrou em guerra contra Cartago, localizada no norte da África, grande potência comercial da época. O conflito foi conhecido como Guerras Púnicas. Entre 264 a.C. e 146 a.C., Roma sobrepôs-se como potência hegemônica e Cartago converteu-se em província romana.
Durante esse período, imensos territórios foram anexados aos domínios romanos, e o mar Mediterrâneo tornou-se um “lago romano” (o mare nostrum). As regiões conquistadas passaram para o controle romano como províncias, e cada uma era administrada por um procônsul.
A expansão territorial trouxe transformações econômicas, sociais e políticas que provocaram uma violenta crise na república. As consequências do imperialismo foram o aumento do número de escravos e a consolidação da economia escravista; o aumento do número e da extensão dos latifúndios; a ruína dos pequenos proprietários; o desemprego no campo e o êxodo rural; o afluxo de riquezas na forma de impostos e produtos de saques efetuados após as guerras de conquista  e os conflitos sociais decorrentes do caos urbano (desemprego) e da crise política ( guerra civil).
O quadro de empobrecimento, tensão social e anarquia generalizada provocaram lutas civis que se refletiram no cenário político. Uma sucessão de golpes e assassinatos marcou o período entre 133 a.C. e 27 a.C.
Entre 133 a.C. e 121 a.C., os irmãos Graco elaboraram um projeto de reforma agrária e a Lei Frumentária, que determinava o fornecimento de trigo e pão a preços reduzidos para a população pobre de Roma.  Tibério foi assassinado e, depois de sofrer violentíssimas perseguições, Caio Graco ordenou a um escravo que o matasse.
Em 60 a.C., um acordo entre as camadas sociais dominantes  resultou na formação do Primeiro Triunvirato. Formado por Crasso, Pompeu e Júlio César, o Primeiro Triunvirato foi a alternativa para solucionar a longa crise política de república romana; porém, Júlio César organizou um golpe que o tornou imperador de Roma e converteu a república em um regime autoritário.
Temendo pelo fim de seus privilégios e reagindo às reformas de César, o Senado conspirou contra o ditador, assassinando-o em 44 a.C. A morte provocou uma grande revolta popular, habilmente explorada pelo general Marco Antônio. Com Lépido e Otávio, Marco Antônio organizou o Segundo Triunvirato, em 43 a.C.
Após conflitos pela tomada do poder, Otávio impôs-se como cônsul único de Roma, que estava prestes a se tornar um império.

* Império (27 a.C. – 476 d.C.) Em 27 a.C, após receber do Senado o título de Augustus, que lhe atribuía poderes divinos e estabelecia o culto ao imperador, Otávio reorganizou as estruturas políticas de Roma e centralizou o poder.
Durante o Alto Império, Roma atingiu o seu apogeu, desfrutando das conquistas territoriais que atingiram seu ponto máximo.
Octávio Augusto dividiu o império em 54 províncias, estabeleceu a paz nas fronteiras (a chamada pax romana) e estendeu a cidadania para cinco milhões de pessoas das diversas regiões sob o controle romano. Para manter o controle social e ampliar o apoio político, distribuía trigo e promovia espetáculos públicos gratuitos, atitude que ficou conhecida como panen et circenses ( política do pão e circo).
O apogeu do Império Romano durou até meados do século III d.C. O crescimento do cristianismo (que criticava a divindade do imperado, o escravismo e as guerras), a crise do escravismo (em decorrência do fim das conquistas territoriais e das críticas dos cristãos), as revoltas nas províncias, a corrupção e as intrigas palacianas, a formação do colonato para substituir a falta de mão de obra escrava e as constantes invasões bárbaras minaram lentamente o poder do império entre os séculos IV e V d.C.
Alguns imperadores tentaram dar sobrevida ao império. Convertido ao cristianismo, Constantino (313 d.C. a 337 d.C.) promoveu uma reforma religiosa, com a instituição do Edito de Milão, que concedia liberdade de culto aos cristãos do império. Teodósio (380 d.C. a 395 d.C.) tornou o cristianismo a religião oficial do império e, numa tentativa de contornar a crise administrativa, dividiu o Império Romano em dois: Império Romano do Ocidente (com a capital em Roma) e Império Romano do Oriente ( com a capital em Constantinopla).
Contudo, a parte ocidental do império caiu definitivamente nas mãos dos germânicos (chamados de “bárbaros” pelos romanos) no ano 476. A parte oriental do império, convertida em Império Bizantino, sobreviveria por mais alguns séculos.

Cultura Romana: Arquitetura (Foi a principal manifestação artística dos romanos antigos. As construções eram marcadas por arcos e abóbadas e técnicas que ampliaram os espaços interiores. Destaque para o Coliseu). Direito (Durante a República foi criada a Lei das Doze Tábuas, marcando o início do desenvolvimento do Jus Civilis, ou direito civil). Latim ( Idioma do qual se originaram o português, o espanhol, o francês, o italiano e o romeno). Religião (Os deuses gregos e algumas divindades orientais foram adotados pelos romanos com nomes latinos. Durante o Baixo Império, o cristianismo atraía multidões, com suas críticas ao militarismo, ao escravismo e ao politeísmo oficial e com propostas de liberdade, amor e paz).
                                         Fonte: História: Ciências Humanas e suas Tecnologias. Caderno de Revisão. Editora Saraiva) 

Império Romano - resumo


ROMA:
O IMPÉRIO ROMANO DOMINA A ANTIGUIDADE

O Império Romano é o mais vasto da Antiguidade. Tem início com a lendária fundação de Roma, em 753 a.C., por Rômulo e Remo – gêmeos que, segundo a lenda, teriam sido abandonados bebês no rio Tibre, onde sobrevivem graças a uma loba que os amamenta. Historicamente, a formação e o povoamento de Roma se dão com o encontro de três  povos da península Itálica:  os etruscos, os gregos e os italiotas 
MONARQUIA. Nesse período, a sociedade é dividida em patrícios (nobreza territorial e militar) e plebeus (artesãos e comerciantes) e o governo é exercido por um rei vitalício e pelo Senado, que congrega patrícios. A centralização do poder pelos reis leva os patrícios a derrubar a monarquia, em 509 a.C., e a implantar a República.
REPÚBLICA. Aristocrática, tem o Senado como órgão supremo. Os senadores, vitalícios, supervisionam as finanças públicas, dirigem a política externa e administram as províncias. As funções executivas são distribuídas entre os membros da Magistratura, como os cônsules e os tribunos da plebe. Os tribunos surgem da luta dos plebeus por direitos políticos. Entre suas conquistas se destaca a Lei das Doze Tábuas, em meados do século V a.C., quando a legislação, então transmitida por via oral e manipulada pelos patrícios, passa a ser escrita e pública.
EXPANSIONISMO. A partir de 510 a.C., Roma dedica-se à conquista de toda a península Itálica. Em 264 a.C., o interesse pela Sicília põe os romanos em conflito com Cartago, dando início às Guerras Púnicas, das quais saem vencedores. Os séculos seguintes são de contínua expansão territorial. Os romanos conquistam a Macedônia e a Grécia, a Ásia Menos, o Egito, a Cirenaica (atual Líbia), a península Ibérica, a Gália (França), a Ilíria (Albânia), a Trácia, a Síria e a Palestina. As conquistas provocam mudanças. Roman deixa de ser agrária e torna-se mercantil, urbana e luxuosa. O Exército ganha poder e o escravismo se generaliza.
CRISE NA REPÚBLICA. A população de Roma cresce, e aumenta a tensão social. O governo adota a política do “pão e circo”, distribuindo trigo e promovendo espetáculos gratuitos, o que continua até o Império. A partir do século II a.C., as reformas defendidas pelos irmãos tribunos Tibério e Caio Graco, em benefício da plebe, e as lutas entre os patrícios e plebeus enfraquecem o Senado. O general Júlio César forma uma aliança política com o banqueiro Crasso e o general Pompeu – o I Triunvirato – e, em 46 a.C., põe fim à República e torna-se ditador. É assassinado dois anos depois. Forma-se, então, o II Triunvirato. As disputas internas dividem os domínios entre seus três integrantes em 40 a.C.: Marco Antonio fica com o Oriente; Emílio Lépido, com a África; e Otávio, com o Ocidente. Graças a manobras no Senado, Otávio conquista plenos poderes. Em 27 a.C., recebe o título de Augusto (filho divino), iniciando o império.
IMPÉRIO. Otávio Augusto fortalece seu poder com um exercito de 300 mil homens. Depois de sua morte, os outros governantes desta dinastia são Tibério (14-37), Calígula (37-41), Cláudio (41-54) e Nero (54068). Seguem-se a dinastia dos Flávio (69-96) e dos Antonino (96-192), na qual o Império vive o Século de Ouro (século I e II). Roma atinge sua maior extensão territorial com Trajano, entre 98 e 117. Além de pacificar o Império, Adriano (117-138) faz uma reestruturação política e militar e codifica o direito romano. No reinado de Marco Aurélio (161-180), há grande progresso cultural.
DECADÊNCIA. Na dinastia seguinte, dos Severo (193-235), a fragilidade da economia, a desigualdade social, a corrupção e a politização do Exercito começam a abalar o Império. Com o fim da expansão territorial, o número de escravos diminui, afetando a agricultura e o comércio. O governo emite moeda, desencadeando a inflação. A redução do Exército facilita a penetração dos bárbaros. A crise é acentuada com a popularização do cristianismo. Por negar a escravidão e o caráter divino do imperador e por criticar os hábitos  romanos, ele inicialmente é combatido, mas torna-se a religião oficial do Império em 380. Em 395, o imperador Teodósio divide o território em Império Romano do Ocidente e do Oriente.  O Ocidente subsiste por 80 anos, acabando em 476, quando Roma é tomada pelos bárbaros.  O do Oriente (Bizantino) estende-se até 1453, quando é dominado pelos turco-otomanos.
                Entre os legados da civilização romana estão o latim – origem das línguas latinas – e o direito romano, base do sistema jurídico ocidental. Mistura arcos etruscos e colunas gregas em obras que exaltam a nação, como o Coliseu e o Panteão de Roma.                          (Fonte: Almanaque Abril 2011. Editora Abril)

Civilização Romana: vídeos (1)



Civilização Romana: vídeos (1)


Parte 1:http://www.youtube.com/watch?v=2VF_pXPpgZM&feature=player_embedded




                  Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=JRW4R7G7kJc



Civilização Romana: vídeos (2)

Civilização Romana: vídeos (2)

 Roma: Monarquia e República. Novo Telecurso - Ensino Médio - Aula 9 (partes 1 e 2) 





Roma: República e Império. Novo Telecurso - Ensino Médio - Aula 10 (partes 1 e 2)