Frase andante

"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." (Cora Coralina)------------------- "Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos." (Pitágoras)

=========================== Bem-vindo(a) =============================

ATENÇÃO. Este blog é apenas mais uma ferramenta de apoio complementar ao conteúdo do livro didático para auxiliar meus alunos e visitantes. Os vídeos e textos apresentados e indicados estão disponíveis na internet e são citados sempre com as referências e fontes. Que este blog seja mais um instrumento de aprendizagem e reforço de conteúdo para todos os visitantes. Seja bem-vindo(a).

====================================================

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Período pré-colonial (ficha-resumo)


O encontro dos portugueses com os povos indígenas: período pré-colonial.

  
Os primeiros 30 anos (1500-1530) depois da chegada de Cabral em 1500 é chamada de período pré-colonial, pois Portugal não se interessava pelo Brasil, já que a prioridade era o comércio com as Índias, mais lucrativo.
Neste período pré-colonial (1500-1530), Portugal enviou diversas expedições para explorar e proteger o litoral do Brasil de piratas e navegadores ingleses, franceses, holandeses e espanhóis que buscavam o pau-brasil.
O pau-brasil foi o primeiro produto que despertou interesse nos europeus. Em troca de bugigangas, os índios trabalhavam para os europeus (escambo) que levavam seus navios carregados de madeira para a Europa.
Diante do crescente contrabando de pau-brasil e a grande extensão da costa brasileira, tornava-se impossível defender a posse portuguesa sobre o Brasil, sem que houvesse povoações, fortificações e habitantes fixos.
            Assim, em 1534, Martim Afonso fundou o primeiro povoamento, a vila São Vicente. Essa expedição e suas iniciativas encerraram o período pré-colonial brasileiro.

quinta-feira, 1 de julho de 2021

A chegada dos portugueses no Brasil


A chegada dos portugueses no Brasil

OS ÍNDIOS NO BRASIL.
Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco linguístico ao qual pertenciam: Tupi-guaranis (região do litoral), Macro-jê (região do planalto central),  Aruaques (Amazônia) e Caraíbas ( Amazônia).
Atualmente calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas. Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural
                     A SOCIEDADE INDÍGENA NA ÉPOCA DA CHEGADA DOS PORTUGUESES.
O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.
Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
Os índios domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo, porco do mato e capivara. Não conheciam o cavalo, o boi e a galinha. Na Carta de Caminha é relatado que os índios se espantaram ao entrar em contato pela primeira vez com uma galinha.
As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas. O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer alianças contra um inimigo comum.
Os índios faziam objetos utilizando as matérias-primas da natureza. Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência. Desta madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (oca). A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral. Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos. O urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.
                                                                         Fonte: http://www.explicandoahistoria-ensinandohistoria.blogspot.com.

Período pré-colonial brasileiro (vídeo)

Professor (vídeo) explica período pré-colonial brasileiro.
                                                                            Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=IhRGX_EY7-8

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Conquistas espanholas na América - vídeo I.

Conquistas espanholas na América - modelos de colonização.
                                                                      Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=bekhPiWkE84

Conquistas espanholas na América -(vídeo II)

Início das conquistas espanholas na América - vídeo II.

https://www.youtube.com/watch?v=itVB4MRkbzU

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Sociedades africanas no século XV.


Sociedades africanas no século XV- Texto.

As sociedades africanas tradicionais (ou pré-coloniais) tinham em suas atividades econômicas uma das formas de sobrevivência, de acordo com o meio ambiente em que viviam, de suas necessidades materiais e espirituais, e de toda uma tradição anterior de várias técnicas e tipos de produção. Havia muitos povos nômades, que precisavam se deslocar periodicamente, e havia povos sedentários, que fundando seus territórios, chegaram a constituir grandes reinos, desenvolvendo atividades econômicas produtivas, tanto de bens de consumo como de bens de prestígio (em que se destacam várias de suas artes de escultura e metalurgia).
            No início do século XV, período da colonização brasileira, foi palco de um cenário muito triste,quando mais de quatro milhões de homens e mulheres africanos foram escravizados. Oriundos de diferentes regiões da África, cruzaram o oceano Atlântico nos porões de diversos navios negreiro, lá eram tratados como animais desprezíveis e mercadorias muito valiosas, que ao entrarem no país principalmente pelos portos do Rio de Janeiro, de Salvador, do Recife e de São Luís do Maranhão seriam vendidos como escravos na colônia portuguesa.
E devido ao jogo de interesse econômico do reino de Portugal e de comerciantes brasileiros foi criado um comércio escravagista com várias etnias reunidas no Brasil com suas culturas, e para evitar que houvesse rebeliões, os senhores brancos agrupavam os escravos em senzalas, sempre evitando juntar os originários de mesma nação, por esse motivo houve uma mistura de povos e costumes, que foram concentrados de forma diferente nos diversos estados do país e  com isto deu lugar a um modelo de religião chamado Candomblé, palavra denominada de Kandombile, significando culto e oração, que teve no Brasil terreno fértil para sua propagação na tentativa de resgatar a atmosfera mística da pátria distante, pois o contato direto com a natureza fazia com que atribuíssem todos os tipos de poder a ela e que ligassem seus deuses aos elementos nela presentes .
            Diversas divindades africanas foram tomando força na terra dos brasileiros. O fetiche, marca registrada de muitos cultos praticados na época, associado à luta dos negros pela libertação e sobrevivência, à formação dos quilombos e a toda a realidade da época acabaram impulsionando a formação de religiões muito praticadas atualmente. O Candomblé foi a religião que mais conservou as fontes do panteão africano, servindo como base para o assentamento das divindades que regeriam os aspectos religiosos da Umbanda.(...)
                                               http://explicandoahistoria-ensinandohistoria.blogspot.com.br    -    (ww.segal1945.hpg.ig.com.br) 

África e sua história

Vídeos sobre a história da África.
Novo Telecurso - ensino médio - História - Aula 13


l


quarta-feira, 2 de junho de 2021

Origens dos povos indígenas das Américas (vídeos)

O encontro dos europeus com os povos indígenas. (vídeos)

Novo Telecurso - Ensino Fundamental. As origens dos povos indígenas das Américas.

Vídeo1(aula 1).
Vídeo2(aula 2).





terça-feira, 1 de junho de 2021

Indígenas pré-cabralinos: mapa

O indígenas antes de Cabral: mapas
                                                                                                                           http://novahistorianet.blogspot.com.br

Sociedades indígenas no território brasileiro

Brasil antes de Cabral

Antes dos portugueses alcançarem terras brasileiras, nosso território era ocupado por uma infinidade de povos que rompiam as compreensões de mundo do homem europeu. De forma equivocada, ao chegarem aqui, os portugueses acreditavam que os índios formavam uma cultura comum portadora de pequenas variações de comportamento e costume. Ainda hoje, essa primeira constatação de nossos colonizadores está bem afastada das atuais 218 etnias e 218 línguas e dialetos proferidos por nossos indígenas.

Segundo alguns estudos, as migrações pioneiras para o continente americano foram encerradas há cerca de cinco mil anos. Já nesse momento, temos o desenvolvimento de diferentes grupos humanos, da atividade coletora, da agricultura e a formação de sociedades complexas dotadas de vários centros urbanos.

Entre os coletores, os sambaquis aparecem em diferentes pontos do litoral brasileiro, principalmente em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Sambaqui é o nome utilizado para nomear os grandes depósitos de detritos ósseos e orgânicos que se formaram nas proximidades das regiões ocupadas por grupos humanos coletores. Entre os nativos brasileiros, os índios Pataxó e Nambikwara são os que frequentemente adotaram esse tipo de vida.

Na porção norte do território, os povos ceramistas se destacaram pelo desenvolvimento de uma rica cultura material marcada pela presença de vasos, urnas funerárias, bacias e outros utensílios. Habitando a ilha de Marajó, entre os anos 500 e 1300 d.C., os povos marajoaras foram um dos mais proeminentes representantes do trabalho com artefatos em cerâmica. Antes que os colonizadores europeus surgissem no continente, essa civilização havia desaparecido completamente.

Na totalidade do território brasileiro, a família linguística tupi-guarani foi a que se encontrava em maior número. Presentes em variadas porções do subcontinente sul-americano, os tupis eram conhecidos pelo desenvolvimento de aldeias compostas por uma população variando entre 500 e 800 habitantes. Além disso, praticavam a agricultura com a plantação de batata-doce, milho, pacova, abacaxi, mandioca, entre outras culturas.

De fato, entre os tupis englobamos uma infinidade de povos que podem ser distinguidos por costumes bastante específicos. Paralelamente, também devemos citar os grupos humanos que se inserem nos grupos linguísticos aruaque, jê e xavante. Sem dúvida, percebemos que a diversidade de culturas é uma realidade que antecede a chegada das caravelas de Pedro Álvares Cabral.               
                                                                                                                                               Rainer Sousa - www.brasilescola.com

Sociedades indígenas no Brasil (ficha-resumo).


Sociedades indígenas no território brasileiro.

  
 Quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil em 1500, estima-se que aqui viviam cerca de 8 milhões de pessoas. Os principais grupos indígenas que viviam no Brasil eram: Tupi, Aruaque, Macro-Jê e Caribe.
O primeiro contato entre os indígenas e os portugueses, ocorrido em 1500, foi de muita estranheza para ambas as partes, pois eram de culturas amplamente diferentes.
Os índios que habitavam o Brasil por volta de 1500 viviam da caça, da pesca e de agricultura rudimentar (cultivavam principalmente mandioca). Domesticavam animais de pequeno porte, como por exemplo, porco do mato e capivara.
As tribos que aqui viviam possuíam regras políticas, econômicas e sociais. Praticavam guerras, alianças, cerimônias de enterro e casamentos.
Durante o processo de colonização do Brasil, os índios foram condenados ao trabalho forçado, mortos em conflitos ou morreram por doenças trazidas pelo homem branco. Assim os índios foram dizimados pelos portugueses.
Dois séculos após a chegada dos portugueses, a população indígena já estava reduzida pela metade. Atualmente existem cerca de 200 mil índios no Brasil.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Formação dos estados nacionais absolutistas: 7º ano

 Quadro/ficha: Formação dos estados nacionais absolutistas.

     

Países

Fundação - surgimento

INGLATERRA

Após Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra, guerra vencida pela França (1337-1453 – 116 anos).


FRANÇA

ESPANHA

Quatro reinos antes da Espanha: Castela. Leão. Navarra. Aragão. Com o casamento dos reis católicos Fernando (de Aragão) e Isabel (de Leão e Castela) – 1469.


PORTUGAL

Henrique de Borgonha recebe do rei Afonso (de Leão e Castela) uma terra chamada Condado Portucalense e a “mão” de sua filha Teresa em casamento. O filho mais velho de Henrique e Teresa, chamado Afonso Henrique, funda Portugal (1139).


Absolutismo: Governo autoritário e centralizado. Apoiado pela aliança entre rei e a burguesia: rei deseja aumentar seu poder político e a burguesia deseja favores e vantagens comerciais no reino.



sexta-feira, 30 de abril de 2021

Absolutismo: ficha resumo - 7ºano


Absolutismo: ficha resumo

1-Absolutismo: O Absolutismo é um sistema político da Idade Moderna onde o rei tem poderes absolutos. O poder do rei vem da aliança feita com a burguesia e do apoio recebido da igreja.
No Absolutismo o rei exerce o poder de fato, numa quase total ausência de limites. O governo do rei francês Luís XIV é considerado o apogeu do Absolutismo. Conhecido como “Rei Sol”, Luís XIV disse “ O Estado sou Eu”, isto é, se colocava acima do Estado, das leis e das pessoas.
A burguesia apoiava o rei, pois ganhava privilégios comercias no reino. O rei recebia e aceitava o apoio da burguesia, pois assim se tornava mais forte. Assim, ocorria uma aliança entre ambos.
A igreja apoiava o rei, pois pregava a “Teoria do Direito Divino”, isto é, dizia que o rei era escolhido por Deus e assim cabia aos homens apenas aceitá-lo e não o criticar.
No Absolutismo há um fortalecimento do poder do rei e da burguesia com o apoio da igreja.

2-Os defensores do Absolutismo: Segundo o bispo francês Jacques Bossuet (1627-1704), os reis exerciam o poder por vontade de Deus. Dessa forma, rebelar-se contra o poder do rei significava revoltar-se contra Deus. Este pensamento ficou conhecido como “Teoria do Direito Divino”.
Segundo o pensador inglês Thomas Hobbes (1588-1679), o rei absolutista teria força para estabelecer a paz, acabar com guerras  e levar seu país ao desenvolvimento em segurança.

Absolutismo - vídeo

Vídeo: O Absolutismo e a formação dos Estados Nacionais




Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=wfw3My7QKlk


Absolutismo: sistema político da Idade Moderna.

   ABSOLUTISMO

          Resultante do processo de centralização política das monarquias nacionais europeias, o absolutismo era um sistema político da Idade Moderna. Suas principais características são: ausência de divisão de poderes, poder concentrado no Estado e política econômica mercantilista.
           Numa monarquia absolutista, o rei tinha com seus súditos uma relação marcada pelo princípio da fidelidade: todos, sem exceção, deviam obediência e respeito ao monarca e seus representantes. Estes possuíam a prerrogativa de julgar e legislar ao invocar a mera vontade do soberano. Isso quer dizer, é claro, que questionar publicamente o desejo do monarca ou de seus agentes poderia ser considerado por si só um crime passível de punição, como pôde ser visto durante o reinado daquele que é considerado o expoente máximo do absolutismo: o monarca francês Luís XIV (1638-1715), cognominado como o Rei Sol. Durante seu reinado, ele concederia prêmios em dinheiro e incentivos fiscais à burguesia de modo a favorecer as manufaturas, e aplacaria a influência da nobreza ao distribuir favores, pensões e empregos na sede da corte dos Bourbon em Versalhes, onde viveriam milhares de aristocratas subordinados a ele. Deste modo, Luís XIV obteve sucesso em controlar ambos os grupos sociais.
          Nesta época, surgiriam teorias políticas que justificavam tamanho poder. A primeira apareceria ainda no século XVI, na obra A República, do francês Jean Bodin (1530-96). Esses escritos defendiam que o fortalecimento do Estado, gerando uma soberania inalienável e indivisível por parte do soberano, era a única maneira realmente eficaz para se combater a instabilidade política. Essa linha de pensamento seria complementada por O Leviatã, do inglês Thomas Hobbes (1588-1679), que afirmaria que o rei não deveria justificar seus atos perante ninguém. Mas seriam as ideias do bispo francês Jacques Bénigne Bossuet (1627-1704) que se provariam mais influentes para o regime absolutista. Em sua obra A política inspirada na Sagrada Escritura, ele apresenta a origem da realeza como divina. O monarca seria o representante de Deus na Terra, e, como tal, suas vontades seriam infalíveis, não cabendo aos súditos questioná-las. Essas ideias formariam a base da doutrina política oficial do absolutismo francês, sendo conhecidas em seu conjunto como a teoria do direito divino dos reis.
             Uma condição essencial para a formação deste tipo de monarquia foi a grande quantidade de arrecadação alcançada após a consolidação do projeto de colonização nas Américas. Isso enriqueceria substancialmente as monarquias nacionais, possibilitando a manutenção dos exércitos e marinhas. Com o tempo, surgiria a noção do metalismo, uma das questões mais importantes da nova política econômica do período que se convencionou chamar de mercantilismo. Para o metalismo, a riqueza de um reino seria medida pela quantidade de metais preciosos dentro de suas fronteiras. Para garantir isso, era fundamental que fossem vendidas mais mercadorias do que compradas, a fim de que fosse alcançada uma balança comercial positiva. Para conseguir tal objetivo, o Estado intervinha na economia e impunha o protecionismo, de modo que as barreiras alfandegárias ficassem praticamente intransponíveis para os produtos estrangeiros.
                                                                 Fonte:  Fernanda Paixão Pissurno - /www.infoescola.com/historia/absolutismo/

terça-feira, 13 de abril de 2021

Reformas Protestantes - vídeo Lutero

Vídeo: cenas do filme  LUTERO

                                                                  Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=SiHfn3vQbCc
Trailer do filme LUTERO


                                                                              https://www.youtube.com/watch?v=z2AHT0BjLmY

Nome do filme: Luther (Lutero)
Ano: 2003
Direção: Eric Till
Atores: Joseph Fiennes, Peter Ustinov, Bruno Gans
Nacionalidade: Alemanha e EUA


Após quase ser atingido por um raio, Martim Lutero (Joseph Fiennes) acredita ter recebido um chamado. Ele se junta ao monastério, mas logo fica atormentado com as práticas adotadas pela Igreja Católica na época. Após pregar em uma igreja suas 95 teses, Lutero passa a ser perseguido. Pressionado para que se redima publicamente, Lutero se recusa a negar suas teses e desafia a Igreja Católica a provar que elas estejam erradas e contradigam o que prega a Bíblia. Excomungado, Lutero foge e inicia sua batalha para mostrar que seus ideais estão corretos e que eles permitem o acesso de todas as pessoas a Deus.

                                                                                     http://www.adorocinema.com/filmes/filme-42733/





segunda-feira, 12 de abril de 2021

=== Reformas Religiosas: quadro comparativo. ===

                           Quadro - Reformas Religiosas – século XVI - 7º ano


Reformas Religiosas – século XVI
Igreja
Livro sagrado
Salvação Humana
Sacramentos
Rito religioso
Principais áreas de influência na Europa
Católica
A Bíblia é a fonte da fé. Deve ser interpretada pelos padres da igreja.
Salvação pela fé e por boas obras.
Sete: batismo, crisma, eucaristia, matrimônio, penitência, ordem e extrema-unção.
Missa solene, em latim.
Portugal,Espanha, Itália, sul da Alemanha, a maior parte da França e da Irlanda.
Luterana
A Bíblia é a única fonte da fé. Permite-se seu livre exame.
Salvação pela fé em Deus.
Dois: batismo e eucaristia
Culto simples, em língua nacional (alemão, inglês, etc.).
Norte da Alemanha, Dinamarca, Noruega, Suécia.


Calvinista
A Bíblia é a única fonte da fé. Permite-se seu livre exame.
Salvação pela fé  e graça de Deus (predestinação).
Dois: batismo e eucaristia
Culto bem simples, em língua nacional
Suíça, Holanda, parte da França (huguenotes), Inglaterra (puritanos), Escócia (presbiterianos).
Anglicana
A Bíblia é a fonte da fé. Deve ser interpretada pela igreja  e permite-se seu livre exame.
Salvação pela fé  e graça de Deus (predestinação).
Dois: batismo e eucaristia
Culto conservando a forma católica (liturgia, hierarquia da igreja) em língua nacional (inglês).
Inglaterra

Fonte: História: Saber e fazer. 7º ano. Editora Saraiva. Gilberto Cotrim e Jaime Rodrigues


domingo, 11 de abril de 2021

Reformas Religiosas: Ficha-resumo.


Reformas Protestantes e a Contrarreforma: Ficha-resumo


                                                                                    http://noticias.gospelmais.com.br


A Reforma Protestante foi um movimento cristão iniciado no século XVI, na Alemanha,que protestava contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma no catolicismo.
Dentre as causas principais da Reforma Protestante, podemos destacar o luxo da Igreja, pois, enquanto pregavam pobreza e simplicidade, membros do clero vivam no meio de grandes riquezas.
A doutrina protestante defendia: Salvação pela fé (todas as pessoas são salvas pela fé). Livre interpretação da bíblia (todas as pessoas podem ler e interpretar a bíblia). Bíblia é a única fonte da verdade (aceitar apenas o que está na bíblia).
1. Luteranismo
A Reforma Luterana foi iniciada por Martinho Lutero, na Alemanha.Tudo começou quando,para propiciar a construção da Basílica de São Pedro, em Roma,o papa Leão X ordenou a venda de indulgências. Martinho Lutero não aceitou a atitude do papa e protestou contra a igreja católica. Esta disputa entre Lutero e a Igreja se prolongou até1520,quando o papa o excomungou.Lutero queimou publicamente o documento de excomunhão e passou a difundir sua doutrina.  Assim,surgiu o luteranismo,
2. Calvinismo
            A Reforma Calvinista foi iniciada por João Calvino,na Suíça. Calvino passou  a defendera idéia de predestinação, segundo a qual a prosperidade alcançada pelo trabalho honesto e legal eram uma benção divina e um sinal da salvação da alma. Assim, o calvinismo se expandiu para países onde o comércio era mais desenvolvido, como a França, Holanda e Inglaterra.
3. Anglicanismo
A Reforma Anglicana foi iniciada por Henrique VIII,na Inglaterra.Henrique VIII havia solicitado ao papa a anulação de seu casamento com Catarina de Aragão, para casar-se com Ana Bolena. Diante da recusa do papa e usando isso como pretexto– o rei anulou seu casamento e se declarou chefe supremo da Igreja da Inglaterra. Assim,em1534,nascia o anglicanismo
4. Contrarreforma
A Contrarreforma foi uma reação da Igreja Católica à Reforma Protestante. Foram medidas tomadas pela igreja católica na contrarreforma: criação da Companhia de Jesus (Jesuítas), aumento das atividades do Tribunal da Inquisição, criação de Seminários. Tudo isso para barrar a expansão das ideias protestantes e tentar reconquistar os fieis católicos perdidos com o protestantismo.

sábado, 10 de abril de 2021

======== Reformas Protestantes =======

Reformas Protestantes- 7º ano

Teses de Martinho Lutero.
No século XVI que a Igreja Católica enfrentou sua mais grave cisão. Através de um processo conhecido como Reforma Protestante, surge em diversas regiões da Europa uma variedade de instituições religiosas que, embora cristãs, não mais seguiriam o catolicismo: as igrejas cristãs protestantes.
Embora as críticas à Igreja Católica tivessem se propagado ao longo de toda a Idade Média, sobretudo aquelas que denunciavam seus abusos políticos e enriquecimento ilícito, foi com o alemão Martinho Lutero que tais insatisfações ganharam maior relevância.
Integrante do clero católico, Lutero elaborou um documento (as “95 Teses de Lutero”) através do qual apresentava críticas e propostas de mudanças em relação às práticas e valores da Igreja de Roma. Além de sua excomunhão, o ato de Lutero lançou as bases fundamentais ao surgimento das novas igrejas protestantes, inclusive da sua Igreja Luterana.

Reformas:Igrejas Protestantes.
Além das críticas à venda de indulgências e de cargos eclesiásticos praticada por parte do clero católico, tais igrejas se opuseram a diversos valores do catolicismo. A autoridade do Papa não era por elas reconhecida, assim como o culto de imagens e santos condenado. Defendiam a tradução da Bíblia para as línguas nacionais e o livre-entendimento de seu conteúdo pelos fiéis, quebrando o monopólio da Igreja Católica sobre a interpretação da obra.
A despeito de tais aproximações, as demais igrejas protestantes se distanciavam em determinados aspectos das ideias de  Martinho Lutero. Os calvinistas  (seguidores de João Calvino) afirmavam, por exemplo, que a salvação espiritual estaria previamente estabelecida pelo destino de cada indivíduo, sendo a prosperidade econômica entendida como um sinal desta predestinação. Tal concepção contrariava a crença luterana na fé como o único caminho para se garantir a salvação.
Formada na Inglaterra, a Igreja Anglicana apresentava já na sua origem uma série de diferenças em relação à experiência luterana. Henrique VIII, rei inglês, rompeu com a Igreja Católica ao ter seu pedido de divórcio negado. A partir de então, o monarca funda a nova Igreja Anglicana, sendo ele próprio nomeado seu representante maior. Com tal medida, Henrique VIII passa a acumular os cargos de líder político e religioso, fortalecendo ainda mais seu governo absolutista.

Contrarreforma:Igreja Católica.
Com a expansão dos ideais protestantes pela Europa, a Igreja Católica  passou a temer pela fragilização de sua influência religiosa e até mesmo de seu poder político. Em resposta a esta situação, o alto clero católico percebe a necessidade de agir e convoca o Concílio de Trento, cujo objetivo principal era justamente frear o fortalecimento do protestantismo.
Das medidas estabelecidas pelo Concílio, destacaram-se o fortalecimento do Tribunal da Santa Inquisição e a reafirmação dos dogmas católicos, assim como a criação do Index (lista de livros e obras censurados) e a proibição das vendas de indulgências e cargos eclesiásticos.
Por fim, devemos lembrar que estamos tratando do contexto de colonização europeia sobre o Novo Mundo, Ásia e África. Assim,  entende-se o esforço da Igreja Católica em criar a Companhia de Jesus, cuja missão seria expandir sua fé pelas terras conquistadas. Seus integrantes, os jesuítas, viriam a  ser fundamentais na catequese dos povos colonizados. 


Fonte: www.educacao.globo.com.br