Frase andante

"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." (Cora Coralina)------------------- "Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos." (Pitágoras)

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sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Expansão Marítima Moderna - vídeos -4


Expansão Marítima Moderna - vídeos - 4

Vale a pena ver estes vídeos. Rindo e relembrado a história.
       
 Chapolin - A história de Cristóvão Colombo - I.       www.youtube.com/watch?v=pDajeECRwx0

Chapolin - A história de Cristóvão Colombo - II.           http://www.youtube.com/watch?v=lWLRu0yIEL0  


Formação das Monarquias Nacionais: Portugal e Espanha

Leia resumo bem prático da formação de Portugal e da  Espanha.



Formação das Monarquias Nacionais: Portugal e Espanha

Origem das nações
Durante quase toda a Idade Média não existiam países como os conhecemos hoje. As pessoas sentiam-se ligadas apenas a uma cidade ou a um feudo, e não a um país. Já no final da Idade Média, os reis voltaram a aparecer em cena. Queriam ampliar seu poder e submeter os senhores feudais e a Igreja. A única saída para isso era aliarem-se aos burgueses, centralizando, assim, a autoridade.
Nesta aliança, a burguesia contribuiria com o dinheiro, e o rei faria as modificações que favorecessem o comércio. Com o dinheiro da burguesia, os reis poderiam organizar um exército profissional capaz de impor sua autoridade aos outros senhores feudais e nobres. Estas novas nações, por serem governadas por reis, ficaram conhecidas como Monarquias Nacionais.

A Monarquia Nacional Portuguesa
Portugal foi o primeiro país europeu em que se consolidou um governo forte, centralizado na pessoa do rei. A formação da Monarquia Nacional Portuguesa iniciou-se na luta pela expulsão dos árabes, que desde o século VIII dominavam a península Ibérica. O rei Afonso VI, do reino cristão de Leão e Castela, com o auxilio de nobres franceses, conseguiu vitórias na luta contra os mouros. Como recompensa, concedeu ao nobre francês Henrique de Borgonha a mão de sua filha e doou terras que formavam o Condado Portucalense.
O filho de Henrique de Borgonha, Afonso Henriques, proclamou-se rei de Portugal em 1139, dando início à dinastia de Borgonha. Afonso Henriques, o Conquistador, estendeu seus domínios para o sul, até o rio Tejo, e fez de Lisboa, sua capital.
Em 1833, com a morte do último rei da dinastia de Borgonha, dom Fernando, o Formoso, a coroa portuguesa poderia cair nas mãos dos soberanos espanhóis, parentes do rei morto. A burguesia portuguesa, por sua vez, temia ver seus interesses comerciais prejudicados pelos espanhóis. Assim, o povo e os comerciantes portugueses aclamaram rei de Portugal dom João, de Avis e meio irmão de dom Fernando.
Até 1835, desenvolveu-se violenta luta entre, de um lado, a nobreza dos espanhóis e o exército castelhano e, de outro, o povo e a burguesia portuguesa, que apoiavam dom João. Graças ao apoio financeiro dos comerciantes portugueses, as forças revolucionárias venceram a luta, conhecida como Revolução de Avis, e dom João assumiu o trono português. Por terem recebido ajuda dos comerciantes, os reis da dinastia de Avis deram todo apoio à expansão do comércio e às Grandes Navegações, que ocorreriam a partir do início do século XV.

A Monarquia Nacional Espanhola
A partir do século XI, inicia-se o processo de reconquista da península Ibérica, dominada desse o século VIII pelos mouros, muçulmanos de origem africana. Pouco a pouco os pequenos reinos cristãos fixados no norte da península, durante a conquista árabe, conseguiram ampliar seu território. Foram fundados vários reinos: Aragão, Costela, Leão, Navarra. Com isso, os muçulmanos começaram a recuar em direção ao litoral sul. No final do século XII, a maior parte do território já tinha sido reconquistada.
Em 1469, o casamento de Fernando (herdeiro do trono de Aragão) com Isabel (irmã do rei de Castela e Leão) uniu os três reinos, dando origem à Espanha. Em 1492, os exércitos de Fernando e Isabel apoderaram-se de Granada e expulsaram definitivamente os mouros da península Ibérica, consolidando a monarquia na Espanha. Foi no século XVI, com Carlos I, que a Monarquia Nacional Espanhola atingiu seu apogeu.

Fonte: História e Vida. Da Pré-História à Idade Média. Nelson Piletti e Claudino Piletti. Editora Ática- S.Paulo.

Grandes Navegações - cartazes

Grandes Navegações - Expansão Marítima - cartazes




Grandes Navegações :curiosidades


As Grandes Navegações: curiosidades

1. Escola de Sagres (Portugal): realizados os primeiros estudos e projetos de viagens pelo Oceano Atlântico. Foram aprimoradas embarcações como a caravela e aperfeiçoados os instrumentos náuticos necessários a longas viagens.

2. Viajantes: Numa navegação viajavam marinheiros, soldados, padres, ajudantes, médicos e até mesmo um escrivão.

3.Caravelas: eram grandes embarcações feitas de madeira. Eram capazes de transportar centenas de homens e toneladas de mercadorias. Possuíam uma ou mais velas grandes e altas, geralmente retangulares. Possuíam também canhões para combates.

4. Especiarias: Nos porões das caravelas, comerciantes transportavam toneladas de mercadorias das Índias para a Europa, obtendo fabulosos lucros: pimenta, gengibre,noz moscada, açafrão, cravo,canela e seda.

5. Viagem: Na longa solidão dos mares, as viagens eram intermináveis e tediosas. O jogo de cartas era uma das poucas atividades de lazer a bordo, apesar de malvisto pelos padres.

6. Doenças: A vida nos navios que partiam para as viagens oceânicas era muito dura. As pessoas espremiam-se em pequenos espaços e enfrentavam os perigos dos mares desconhecidos e padeciam de doenças e de falta de higiene.

7. Religião. Os viajantes eram muitos religiosos e supersticiosos. Durante a viagem os padres organizavam as orações nos navios.

8. Tempos: As viagens oceânicas duravam de meses até anos, dependendo do percurso e das condições climáticas.

9. Escravos: As viagens ultramarinas servirão de transportes para trazer escravos negros da África para a América, novas terras dos europeus.


10. Alimentos: Havia permissão para o embarque de galinhas, cabritos e porcos, mas geralmente consumidos nos primeiros dias. Depois a principal comida era o biscoito, feito de farinha e trigo e centeio. A população sentia muito a falta de alimentos frescos


11. Tratado de Tordesilhas:  Acordo assinado em 1494 entre Portugal e Espanha para dividir as terras encontradas (Novo Mundo) entre estes dois reinos europeus.

12. Viagem de Circunavegação: Viagem em volta da terra. Primeira viagem feita por Fernão de Magalhães em 1519. Ficou provado que a terra era redonda. 



A formação dos estados nacionais: Portugal e Espanha. 7º ano

 A FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS


A Reconquista cristã: Portugal.

Reconquista é o nome pelo qual os cristãos chamavam a luta contra os muçulmanos na península ibérica, com o objetivo de recuperar os territórios que ocupavam. Portugal surgiu como Estado em meio à Reconquista.

Foi nesse período que se formaram os primeiros reinos cristãos no norte da península ibérica. As terras que os cristãos tomavam dos muçulmanos tornavam-se condados.

 A Reconquista envolvia religião e guerra, elementos que integravam o modo de vida dos nobres medievais. Um desses nobres, Dom Henrique, da família francesa de Borgonha, passou a servir ao rei de Leão e Castela na guerra contra os muçulmanos. Em troca, recebeu, em 1095, o condado Portucalense – que existia desde o século IX e corresponde atualmente a uma parte do norte de Portugal. Seu filho (conde Afonso Henrique) e o grupo ligado a ele passaram a luta pela independência do condado em relação ao reino de Leão e Castela, que ocorreu em 1139. Naquele ano, o conde passou a chamar Afonso I, tornando-se o primeiro rei de Portugal.

 A Espanha e as Grandes Navegações.

A navegação marítima e o comércio se desenvolviam em Portugal no final do século XV. Enquanto isso na atual região da Espanha, os soldados cristãos aragoneses e castelhanos, ainda lutavam para reconquistar dos muçulmanos a cidade de Granada, ao sul da península ibérica. Nessa época, os reinos de Aragão e de Castela eram governados por Fernando e Isabel, respectivamente. Eles se casaram e unificaram seus reinos em 1492, dando origem à Espanha. Conseguiram expulsar os muçulmanos da península ibérica e financiaram o projeto de navegação de Cristóvão Colombo (1451-1506). Esse navegador e comerciante nascido em Gênova pretendia chegar às Índias realizando um percurso diferente daquele dos portugueses.

Os grandes navegadores. Ficha-resumo


Os grandes navegadores (Ficha - resumo)

Bartolomeu Dias: Contornou o extremo sul da África, chamado Cabo das Tormentas e que seria mudado para Cabo da Boa Esperança. Mostrava-se assim, que havia um outro caminho para as Índias.

Vasco da Gama: Em 1497 contornou o Cabo da Boa Esperança no sul da África. Em 1498 chegou em Calicute (Índias). Descobre-se um novo caminho para as Índias.

Pedro Álvares Cabral: Desembarcou no Brasil em 22 de abril de 1500 e aqui ficou até o início de maio, quando partiu para as Índias. Voltou para Portugal em 1501.

Cristovão Colombo: Convencido da possibilidade de chegar às Índias navegando pelo Ocidente, Colombo conseguiu apoio da Espanha e chegou na América em outubro de 1492.

Américo Vespúcio: Navegador italiano  que se convence de que as terras não fazem parte da costa asiática, mas terras novas até então desconhecidas – um Novo Mundo, que em sua homenagem recebe o nome de América. 

Fernão de MagalhãesUm dos idealizadores da primeira viagem de circunavegação do globo terrestre realizada no século XVI. Morreu  durante a viagem que foi completada pelo seu companheiro e navegador Sebastião El Cano.

Expansão Marítima Moderna - vídeo 1

                                                 Expansão Marítima Moderna - vídeo 1

Vestibulando Digital - História Geral / Aula 07 (Expansão Européia)

Expansão Marítima Moderna - vídeos -3

Expansão Marítima Moderna - vídeos -3

                                            brasil a nova terra.flv                   www.youtube.com/watch?v=Dpxagt08Ih8


Descobrimento do Brasil Oficial - Portal do Professor MEC    www.youtube.com/watch?v+U5xZ3r0L91s

Formação: Portugal-Espanha. Mapas- 2

Mapas: Formação: Portugal-Espanha. Mapas -2

        Fonte: http://olharparaver.blogspot.com.br/2010/06/formacao-de-portugal-e-espanha-parte-i.html

sábado, 4 de novembro de 2023

Formação de Portugal - Texto

Formação da Monarquia Nacional Portuguesa 


A instalação das monarquias espanhola e portuguesa é usualmente compreendida a partir das guerras que tentaram expulsar os muçulmanos da Península Ibérica. Desde o século VIII os árabes haviam dominado boa parte do território ibérico em função da expansão muçulmana ocorrida no final da Alta Idade Média. A partir do século XI, no contexto das Cruzadas, os reinos cristãos que dominavam a região norte formaram exércitos com o objetivo de reconquistar as terras dos chamados “infiéis”.


Os reinos de Leão, Castela, Navarra e Aragão juntaram forças para uma longa guerra que chegou ao fim somente no século XV. Nesse processo, os reinos participantes desta guerra buscaram o auxílio do nobre francês Henrique de Borgonha que, em troca, recebeu terras do chamado condado Portucalense e casou-se com Dona Teresa, filha ilegítima do rei de Leão. Após a morte de Henrique de Borgonha, seu filho, Afonso Henriques, lutou pela autonomia política do condado.



A partir desse momento, a primeira dinastia monárquica se consolidou no Condado Portucalense dando continuidade ao processo de expulsão dos muçulmanos. As terras conquistadas eram diretamente controladas pela autoridade do rei, que não concedia a posse hereditária dos feudos cedidos aos membros da nobreza. Paralelamente, a classe burguesa se consolidou pela importante posição geográfica na circulação de mercadorias entre o Mar Mediterrâneo e o Mar do Norte.



No ano de 1383, o trono português ficou sem herdeiros com a morte do rei Henrique I. Nesse momento, o reino de Castela tentou reivindicar o domínio das terras lusitanas apoiando o genro de Dom Fernando. Sentindo-se ameaçada, a burguesia lusitana empreendeu uma resistência ao processo de anexação de Portugal formando um exército próprio. Na batalha de Aljubarrota, os burgueses venceram os castelhanos e, assim, conduziram Dom João, mestre de Avis, ao trono português.



Essa luta – conhecida como Revolução de Avis – marcou a ascensão de uma nova dinastia comprometida com os interesses da burguesia lusitana. Com isso, o estado nacional português se fortaleceu com o franco desenvolvimento das atividades mercantis e a cobrança sistemática de impostos. Tal associação promoveu o pioneirismo português na expansão marítima que se deflagrou ao longo do século XV.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/historiag/formacao-monarquia-nacional-portuguesa.htm

Formação da Espanha - Texto.



FORMAÇÃO DA MONARQUIA ESPANHOLA

Guerras de Reconquista: Formação da Monarquia Nacional Espanhola 
           
A reconquista da Península Ibérica foi fator importantíssimo para a formação da Monarquia Nacional Espanhola, bem como de Portugal, pois somente pela união da maioria do território espanhol foi que a Espanha conseguiu expulsar por completo a ameaça Árabe da Europa. Não podemos esquecer que os atritos entre os valis (governadores – estavam abaixo dos califas) em busca de independência das suas províncias tornaram o califado de Córdova vulnerável, fazendo com que o califa, em 1031, por não suportar mais as lutas contra seus companheiros e as incursões cristãs, abdicasse. Assim foram constituídos os emirados independentes de: Múrcia, Badajoz, Granada, Saragoça, Maiorca, Valência, Sevilha, Toledo e Córdova, que por sua vez guerreavam entre si.
            A realidade da reconquista somente acontece quando Pelágio, asturiano, conquista sua primeira vitória em Covadonga, sendo proclamado pelos companheiros, rei (Koenige – rei na forma germânica), após ter sido escolhido (gewaehlte) para o comando.
            O reino de Leão, anteriormente fora: um pequeno reino com capital Gijon, no Mar Cantábrico, que em 760 se transformara no reino de Oviedo, este por sua vez em 914 se torna o reino de Leão. Após estes acontecimentos outros reis vieram e contribuíram para o crescimento do reino de Leão. Outros reinos também começavam a levantar, como Navarra, que fora parte do império franco de Carlos Magno com o condado de Barcelona, constituiu-se com Estado independente tendo Pamplona como capital, vindo a ser reconhecido na dieta de Tribur em 837. Fora por um momento, detentora dos territórios cristãos da península, porém com a morte de seu unificador, Sancho III, o Grande,  o reino foi novamente desmembrado.
            Do desmembramento do Reino de Navarra, Aragão ficou com um dos herdeiros de Sancho III, o Grande, Castela, que fazia parte de Leão, ficou para o outro herdeiro. Navarra era um território pequeno rodeado por cadeias montanhosas, não tendo condições consideráveis para assumir os acontecimentos, se manteve isolada.
            Navarra passou ao domínio francês após o casamento entre sua ultima princesa com Felipe, o Belo (1248). Fernando, o Católico, rei de Aragão, casou-se com Isabel de Castela, desta união e após a conquista da Alta Navarra em 1512, formou-se a Espanha. Aragão não teve muita participação na reconquista como Castela e Leão, mas não deixou de rechaçar os árabes ainda presentes na península, conquistou Huesca e estabeleceu sua capital em Saragoça. A Espanha se constituiu como Monarquia Nacional após a conquista de Granada em 1492.
                                                                                                  Fonte: http://www.ufscar.br/cursinhoufscar/monar_espanhola.htm

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Maias, astecas e incas: mapa

Mapa e localização dos povos maias, astecas e incas.

                                                                                                                                          http://historia-mais-historia.blogspot.com.br

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

A conquista das terras astecas e incas- 7ºanos


A conquista das terras astecas e incas


A conquista das terras astecas.
O oficial espanhol Hernan Cortez desembarcou nas terras onde hoje é o México com 508 soldados, além de cavalos e canhões. Os indígenas provavelmente estranharam aqueles homens brancos, com roupas e armas de ferro, e montados em seres estranhos (os astecas desconheciam o cavalo). Os espanhóis, por sua vez, também devem ter estranhado os modos de viver, de se vestir e de falar dos astecas.
Passado esse primeiro momento de estranhamento de lado a lado, os espanhóis descobriram que os povos sob domínios do Império Asteca estavam insatisfeitos com a opressão a que eram submetidos à cobrança violenta de tributos, saque e roubo de seus bens, entre outros. Os espanhóis, então, aliaram-se a eles e seguiram para Tenochtitlan, a capital dos astecas em busca de riquezas.
O primeiro contato entre Cortez e Montezuma (governador asteca) foi amistoso; o espanhol foi inclusive recebido no palácio do  asteca, e, aproveitando-se disso conheceu um pouco mais sobre as rivalidades existentes no interior do império indígena. Mas, poucos meses depois, não se sabe bem porque, um oficial espanhol ordenou a invasão de um templo religioso asteca, localizado em Tenochtitlan, ocasionando a morte de muitas pessoas ali reunidas. Os astecas reagiram contra-atacando; obrigados a fugir, os espanhóis se refugiaram em Tlaxcala, cidade de seus principais aliados. Lá, eles se organizaram, conseguindo reunir milhares de novos aliados indígenas e, depois de um cerco de três meses, invadiram e conquistaram a capital asteca (1521).

A conquista das terras incas.
 A notícia de que havia ouro no sul da América, estimulou a cobiça de outro aventureiro espanhol, Francisco Pizarro que, juntamente com Diego Almagro, organizou uma expedição em direção aos Andes, onde estava localizado o Império Inca.
Acompanhado de apenas 180 homens, parte dos quais a cavalo, Pizarro entrou nas terras incas, em 1532, e logo conquistou a cidade inca de Cajamarca. Depois de instalar-se nessa cidade, convidou o inca Atahualpa para um encontro reservado.
Assim que Atahualpa chegou, Pizarro mandou prendê-lo e ordenou a seus soldados que atirassem nos incas de surpresa. Em seguida, os espanhóis partiram para a conquista de Cuzco, a mais importante cidade do Império Inca. Para isso, contaram com a ajuda de vários povos indígenas, inimigos dos incas, e também com a divisão entre os próprios incas, motivada pelas disputas pelo trono entre os irmãos Atahualpa e Huascar.  Depois de tomar Cuzco, Pizarro fundou a Cidade de los Reyes, atual cidade de Lima (Peru) e fez dela a capital do domínio espanhol.

Fonte: História: Sociedade e Cidadania –7ºano. Alfredo Boulos Júnior. Editora FTD.

Formação Portugal - Espanha (mapas)

Mapas:Formação Portugal-Espanha

                Fonte:http://fabiopestanaramos.blogspot.com.br/2011/12/formacao-das-monarquias-ibericas.html

Civilizações pré-colombianas - resumo.

MAIAS, INCAS E ASTECAS
OS MAIAS: Desenvolveram sua civilização na América Central, em territórios que hoje compreendem o sul do México, a Guatemala, Belize e Honduras, chegando a expandir sua influencia para áreas ao norte, localizadas na  região central do México.  Os antepassados mais antigos dos maias viviam na costa do Oceano Pacífico, já por volta de 1800 a.C. Eram sedentários e produtores de vasos cerâmicos, espalhado sua civilização, pouco a pouco, por uma imensa área da América  Central. A partir de 250 D.C., as cidades maias floresceram, até por volta do ano 900 d.c. – o que corresponde ao que foi chamado de Período Clássico, caracterizado pelo desenvolvimento da agricultura e pela formação de muitas cidades planejadas, como Copán, Palenque e Tikal. Nessas cidades, as construções foram se tornando cada vez mais complexas, com destaque para templos e pirâmides.
                As cidades do Período Clássico foram sendo abandonadas no século IX d.C., não se sabe ainda, ao certo, por que, mas a maioria dos estudiosos considera que pode ter sido em consequência de fortes mudanças climáticas, que provocaram o resfriamento  de amplas áreas no Hemisfério Norte. Por causa de mudanças, teria havido o esgotamento agrícola na região, agravando as dificuldades econômicas, que provocaram muitas lutas internas. O período pós-clássico (século X-XVI) testemunhou o florescimento de centros mais ao norte, no Yucatán, como Chichén Itzá. Finalmente, os Maias defrontaram-se com os conquistadores espanhóis, tendo sido por eles catequizados, embora tenham mantido sua língua e outros traços culturais, o que se comprova pelo fato de, até hoje, a população dessas regiões maias falar o antigo idioma e preservar muitos costumes e tradições milenares.
                Os maias desenvolveram um sofisticado sistema de escrita, usando ideogramas e sinais silábicos para grafar e registrar os acontecimentos, suas crenças e cálculos astronômicos. Sobre a observação dos astros, os conhecimentos desenvolvidos pelos maias impressionam os estudiosos até hoje, por sua grande precisão, havendo quem afirme que nunca antes, em outra civilização, os fenômenos astronômicos haviam sido observados  com tanta acuidade. Um dos motivos dessa preocupação com os astros era a motivação religiosa, pois consideravam que a história humana e natural dependia desses cálculos preciosos.
 OS ASTECAS: Ao norte, no México, a civilização asteca  desenvolveu-se ao redor do Vale do México a partir do século XIII, com sua capital localizada em Tenochtitlán.  Os astecas expandiram-se em direção ao sul, conquistando parte da América Central. Só foram derrotados pelos conquistadores espanhóis, a partir de 1519. A civilização asteca ficou conhecida por seu ímpeto guerreiro e pelos  sacrifícios humanos e canibalismo que realizavam. Ambas as praticas tinham caráter religioso, mas impressionaram os espanhóis e, depois,  os próprios estudiosos, em razão do elevado número de pessoas sacrificadas. Contemporâneos  espanhóis relataram que os astecas explicavam tais mortes afirmando que os europeus  de  matavam em guerras, enquanto os astecas sacrificavam os sobreviventes após as batalhas.
 OS INCAS: A terceira grande civilização americana foi a inca. Os incas formaram o maior império do continente americano, não havendo, em sua época de esplendor, qualquer reino europeu que a ele se equiparasse. Sua formação data do século XIII d.C., na região dos Andes, com capital em Cuzco, abrangendo um território que, de norte a sul, estendia-se da atual Colômbia até a Argentina, com seu centro no Peru. O grande Império Inca espalhou-se por áreas montanhosas, mantendo as comunicações por um sistema de estradas único -  considerado por alguns pesquisadores como o melhor do mundo, em sua época, por onde passavam pessoas, animais de carga e transporte. Até as trilhas indígenas do Brasil estavam conectadas com essas vias. Pavimentadas, as estradas incas tinham escadas e pontes de madeira e corda, já que a roda nunca foi usada no continente americano, até a chegada dos europeus. Para administrar  esse imenso império, os incas também inventaram um sistema de escrita diferente de todos os outros conhecidos. Eram usados  cordas e nós, chamados de quipos, cuja descrição chegou até os espanhóis, que os destruíram quase  todos, de modo que, ao contrario da escrita maia, a inca não pode ser decifrada. Mesmo assim, a língua desse povo, o quícha, continua sendo falada até os dias de hoje. Pela imensidão do império, seu idioma e sua cultura forma difundidos para muito além de suas dilatadas fronteiras. Por exemplo, a palavra “garoa”, usada no sul do Brasil e na Argentina, áreas muito distantes do antigo Império Inca, é o idioma quíchua e significa “chuvisco”.
                Assim como os maias e os astecas, os incas também acabaram derrotados pelos espanhóis, no século XVI, mas, no caso deles, a conquista foi mais lenta do que nas terras menos montanhosas ocupadas pelos outros dois povos.  Nos Andes, o último rei inca, Túpac Amaru, foi capturado apenas em 1572. O Império Inca deixou de existir, mas o idioma e a cultura dos quíchua continuaram em uso e se fundiram com os dos espanhóis.
Fonte: Apostila de História – 7º ano (Professor).  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Maias, astecas e incas - vídeos.

Vídeos sobre as sociedades pré-colombianas.




Fonte: www.youtube.com/watch?v=juRCCDagcMQ






                                                                                                    



Maias, astecas e incas: quadro comparativo.

Quadro comparativo: maias, astecas e incas.

Povos Pré-colombianos

Povos


Incas

Maias

Astecas

Localização

Cordilheiras dos Andes: partes da Bolívia, Chile, Peru e outros países
Sul do México e partes da Guatemala, El Salvador, Belize e Honduras

Atual México

Religião

Politeístas (acreditavam em vários deuses). Deuses na natureza.
Sacrifícios de animais aos deuses.
Politeístas (acreditavam em vários deuses). Deuses na natureza.
Usavam urnas para enterrar os mortos.
Politeístas (acreditavam em vários deuses).
Recebeu a influência de vários povos conquistados.

Economia

Agricultura (técnicas de irrigação)
Artesanato e mineração.
Agricultura (técnicas de irrigação)
Artesanato.

Agricultura (técnicas de irrigação)
Comércio exterior.

Política

Teocracia. Divindade do imperador.
Imperador Inca: filho do sol
Teocracia. Divindade do imperador.

Teocracia. Divindade do imperador.


Curiosidades

Não possuíam escrita.
Usavam o Kipu (cordões com nós coloridos para fazer cálculos).
Milho: produto básico.
Desenvolveram a escrita hieroglífica.
Criaram um símbolo para o zero
Domesticavam o cachorro e o peru.  Cultivavam Cacau (chocolate)
Utilizavam chinampas: hortaliças cultivadas em ilhas artificiais.


Maias - Astecas - Incas


As sociedades maia, asteca e inca (ficha-resumo).


No início do século XVI, as expedições conquistadoras espanholas na América tiveram contato com três grandes civilizações americanas: os maias, os astecas e os incas.

1. Maias.
Os maias ocuparam uma região da América Central e parte o atual México. A principal atividade econômica era a agricultura. Politicamente, eram governados por teocracias (imperadores divinizados).
Os maias construíram ricas cidades, com planejamento urbano, arquitetura e engenharia avançada. Quanto à religião, eram politeístas e cultuavam muitos desuses.
Entre os séculos XIII e XVI, furacões e epidemias, a crise da agricultura e a fragmentação política teriam provocado o declínio econômico e militar dos maias, facilitando o domínio asteca e, posteriormente, a destruição empreendida pelos conquistadores espanhóis, comandados por Hernán Cortez.

2. Astecas.
No império asteca (região do atual México), viviam milhões de habitantes de uma civilização que atingiu o apogeu político, econômico e militar justamente na época em que os espanhóis chegaram ao continente e encontraram ricas cidades, grandes construções, templos, palácios e muito metal precioso.
Politicamente, eram governados por teocracias (imperadores divinos). No campo, onde se desenvolviam técnicas avançadas de irrigação e cultivo, eram plantados produtos que abasteciam as cidades, como o milho. Quanto à religião, eram politeístas e cultuavam muitos desuses.
Em 1519, o espanhol Hernán Cortez liderou uma expedição militar para submeter os astecas ao seu domínio. Os espanhóis comandaram um dos maiores genocídios de que se tem notícia na história: o fogo das armas, a fome, a varíola e outras doenças trazidas pelos invasores arrasaram os astecas; os sobreviventes ainda seriam submetidos ao trabalho compulsório.

3. Incas.
Entre os séculos XIII e XV, os incas ergueram o mais extenso império da América antes de Colombo, que tinha como eixo a cordilheira dos Andes (Chile, Peru, Bolívia e partes de outros países).
A principal atividade econômica era a agricultura. Politicamente, eram governados por teocracias (imperadores incas: filho do sol). Quanto à religião, eram politeístas e cultuavam muitos desuses.
No início da década de 1530, sob o comando de Francisco Pizarro, os espanhóis submeteram os incas ao seu domínio, a exemplo do que aconteceu com os astecas.



                        Fonte: História: ciências humanas suas Tecnologias. Caderno de revisão - ensino médio. Editora Saraiva



Maias, astecas e incas.Resumo.

      Ficha resumo sobre os maias, astecas e incas.
                                    (livro didático de História - 7ºano)


A civilização maia
Os maias ocupavam a região que atualmente corresponde ao sul do México e a alguns países da América Central, como Guatemala, El Salvador, Honduras e Belize. O apogeu dessa civilização se deu, aproximadamente, entre os anos 300 e 900 de nossa era.
Milho, algodão, feijão e cacau eram alguns dos produtos que cultivavam. Os homens e as mulheres desse povo dominavam as técnicas de cerâmica, ourivesaria, fiação e tintura de tecidos. Além disso, também sabiam produzir diferentes tipos de borracha, utilizando látex e extrato de plantas. Estudiosos apontam que, além dos maias, os astecas e outros povos que viviam na região chamada de Mesoamérica também produziam borracha, utilizada em faixas, bolas e sandálias.
Desenvolveram um sistema de escrita, que, de modo geral, combinava pinturas e símbolos representativos de palavras e ideias.
Construíram grandes cidades-cerimoniais, como Palenque e Copan -, que foram abandonadas por volta do ano 900 por motivos ainda investigados pelos historiadores. Até hoje, os descendentes dos maias compõem parte considerável dos camponeses da América Central e do México.

A civilização asteca
Os astecas ou mexicas dominaram boa parte do centro e do sul do México atual, conquistando povos que ali viviam antes deles, como os toltecas. A capital do Império Asteca era Tenochtitlán, cidade fundada no inicio do século XIV.
Os astecas plantavam milho, feijão, cacau, algodão, tomate e tabaco. Além disso, comercializavam bens como tecidos, peles, cerâmicas, sal, ouro e prata. Dominavam técnicas da ourivesaria, da cerâmica e da tecelagem. Desconheciam, entretanto, o uso do ferro, da rocha e dos animais de carga.
Os astecas construíram grandes templos, desenvolveram um sistema de escrita e um calendário próprio.
A história da conquista do Império Asteca pelos espanhóis teve início em fevereiro de 1519, quando Hernán Cortés desembarcou na península de Yucatán. Informado da grande quantidade de ouro existente no território asteca, Cortés decidiu conquistá-lo. Combinando habilidade e violência, prendeu o imperador Montezuma e saqueou a cidade de Tenochtitlán.

A civilização inca
Os incas desenvolveram sua civilização na América do Sul, entre o oceano Pacífico e as altas montanhas do Andes, localizando-se principalmente no atual Peru. No período compreendido ente os séculos XII e XVI, eles dominaram outros povos que viviam na região dos Andes (como os chimus, os quíchuas e outros), em áreas que atualmente correspondem ao norte da Argentina e do Chile, à Bolívia, ao Equador e ao sul da Colômbia. Esses povos eram obrigados a pagar tributos ao imperador inca.
O império Inca, com capital na cidade de Cuzco, chegou a ter uma população de 20 milhões de habitantes, governado por um imperador considerado um deus, o filho do sol (o Inca). Para governar, o imperador contava com chefes militares, governadores de províncias, sacerdotes e muitos funcionários.
A economia dos incas baseava-se no cultivo de milho, batata, feijão, tomate e tabaco. Animais como a Ilhama e a alpaca eram usados como meio de transporte e também para fornecer lã, utilizada especialmente pelos moradores das regiões mais frias das montanhas.
As mulheres e os homens do povo inca desenvolveram a tecelagem, a cerâmica, a metalurgia do bronze e do cobre. Sabiam trabalhar metais preciosos, como o ouro e a prata. Construíram palácios, templos, estradas pavimentadas, aquedutos e canis de irrigação. Desenvolveram um sistema de registro de números e acontecimentos por meio de quipos, cordões coloridos em que cada nó servia para registrar informações.
A conquista do Império inca foi iniciada a partir de 1531, por Francisco Pizarro. Em 1533, Pizarro conseguiu invadir a capital inca, desestabilizando todo o Império

Fonte: Saber e Fazer História. 7º ano. Gilberto Cotrim e Jaime Rodrigues. Editora Saraiva.

Formação dos Estados Modernos:Espanha e Portugal


 Ficha


      Espanha
Desde o início do século VIII, a Península Ibérica foi quase totalmente dominada pelos muçulmanos. Os cristãos que lá viviam ocupavam os territórios ao norte da península.
As lutas dos cristãos pela retomada pelos territórios da Península Ibérica ficaram conhecidas pelo nome de Reconquista.
Aos poucos, os territórios que os cristãos reconquistavam na península deram origem a reinos como Leão, Castela, Navarra e Aragão..
As guerras e os casamentos arranjados nos ajudam a entender por que esses reinos variam tanto em tamanho, poder político e militar. Essa instabilidade durou até o casamento de Fernando, herdeiro do trono de Aragão, com Isabel, irmã do rei de Leão e Castela. Da união desses três reinos, formou-se o país Espanha.
Portugal
Afonso VI, que governava os reinos de Leão e Castela, concedeu ao nobre Henrique de Borgonha, como recompensa por sua atuação nas guerras de Reconquista, uma porção de terras situadas entre os rios Douro e Minho e denominada Condado Portucalense.
Mais tarde, no ano 1139, Afonso Henriques, o filho de Henrique, rompeu com o reino de Castela e proclamou-se rei das terras recebidas por seu pai. O passo seguinte foi a conquista das terras ao sul: era o início do reino de Portugal.