Frase andante

"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." (Cora Coralina)------------------- "Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos." (Pitágoras)

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sexta-feira, 9 de abril de 2021

Reformas Religiosas (vídeos - I)

 Vídeos sobre Reformas Protestantes e Contrarreforma ( I )


Vídeo: Dica de História - Oficina do Estudante: cursinho vestibular e colégio.   



Vídeo: Vestibulando Digital: Renascimento Cultural e as Reformas Religiosas.




sexta-feira, 2 de abril de 2021

Renascimento - vídeo

RENASCIMENTO  - vídeo

Renascimento - vídeo


Vídeo sobre o Renascimento

Fonte:  https://www.youtube.com/watch?v=Vufba_ZcoR0&list=PLBDA2E52FB1EF80C9&index=22

Renascimento - vídeo


   Renascimento  com   C. A. R. I. N. H. O.    -  Vídeo

        

                                        

                                                 Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=QHvYA-0f3aE

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Renascimento Cultural e Científico. Resumo

Renascimento Cultural e Científico. Ficha resumo

O Renascimento foi um movimento ocorrido durante a Baixa Idade Média. Esse movimento buscava inspiração na Antiguidade Clássica, objetivando assim negar os valores medievais incorporados na vida europeia.
A burguesia ascendente neste período e diversos membros da elite urbana buscavam, ao patrocinar artistas, intelectuais e cientistas (mecenato), valorizar as novas idéias e conquistar prestígio social.
A Itália foi o berço do Renascimento. Isso deveu-se  ao desenvolvimento comercial e conseqüente enriquecimento experimentado por aquela região nesta época. Além disso, a Itália foi o local onde o Classicismo desapareceu por ultimo, conservando ainda muitas das obras que inspirariam os artistas renascentistas. Finalmente, diante da decadência do Império Bizantino, muitos sábios que lá viviam deslocaram-se para as cidades italianas, levando consigo o pensamento que haviam conservado. A partir da Itália, o pensamento renascentista se espalhou pela Europa.
A cultura da Renascença tinha como principal característica a negação dos valores medievais. Nesse sentido, o antropocentrismo (humanismo), o racionalismo e o individualismo afloram nas obras renascentistas.
Os ideais renascentistas também envolveram a ciência, motivando importantes realizações nas ciências e na filosofia. A crítica à sociedade medieval, ao seu misticismo e extremada religiosidade, exigiu explicações baseadas em experimentos e observações, levando ao entendimento raciona e objetivo dos fenômenos da natureza.
Os principais nomes do Renascimento Cultural e Científico foram: Leonardo da Vinci. Michelangelo. Rafael.Nicolau Copérnico.Galileu Galilei.


Burgueses mecenas e o patrocínio do Renascimento Cultural e Científico.


Burgueses mecenas e o patrocínio do Renascimento Cultural e Científico.
  
“Desenvolve-se o movimento renascentista na Europa, que tem como centro irradiador o norte da Itália. No Renascimento, os valores greco-romanos inspiram o individualismo, o antropocentrismo, o humanismo, o hedonismo e o naturalismo, reforçando a crença na capacidade de criação do individuo. Os burgueses mecenas patrocinam artistas como Leonardo da Vinci, Michelangelo e Sandro Boticelli. (...) ”.   (Almanaque Abril. Editora  Abril. S. Paulo).
  
“ Para incentivar os gênios que não tinham como prover o próprio sustento, tornou-se hábito a prática do mecenato, isto é, ajuda financeira a artistas e intelectuais para que pudessem desenvolver seus trabalhos...”    (Petta, Nicolina Luiza.  História: Uma Abordagem Integrada. Editora Moderna S .Paulo).

  
“(A) Itália foi o berço do renascimento, pois era o centro comercial e cultural da Europa, originando o  o mecenato: burgueses que patrocinavam os artistas (...)”.   (www.portalsaofrancisco.com.br)

quarta-feira, 31 de março de 2021

Renascimento Comercial e Urbano. Resumo

O Renascimento das cidades e do comércio = Ficha resumo

            Na Baixa Idade Média, o sistema feudal passou por profundas transformações. As cidades cresceram e com elas, o comércio e a produção artesanal  tiveram um grande impulso. Surgem novas rotas comerciais, feiras e a economia monetária (uso de moedas na compra e venda de mercadorias)

A partir do século XII surgiram as feiras, onde vários mercadores e reuniam para as vendas de seus produtos (tecidos, peles, gados, couro, açúcar, sal, trigo). Nestas feiras surgiram também os cambistas que trocavam moedas e emprestavam dinheiro a juros.

Muitas cidades tiveram  que se libertar dos seus antigos senhores feudais através de pagamentos aos senhores (carta de franquia) ou através de uma ordem do rei (carta real). Há ainda casos de cidades que se libertaram através de guerras.

Nas cidades, um novo grupo de pessoas começaram a ganhar importância. São pessoas que se dedicam ao comercio: os burgueses. Os mercadores (burgueses) começam a circular por vários pontos da Europa.

A intensificação das trocas (feiras) levou ao surgimento de algumas rotas comerciais, isto é, caminhos utilizados pelos mercadores para realizar suas trocas comerciais. Estas rotas se tornariam importantes centros comerciais, como: Paris, Frankfurt, Colônia, Gênova, Veneza, Constantinopla e Flandres.

Muitos mercadores se organizavam para defender seus interesses comerciais e formavam associações de mercadores (exemplo: Liga Hanseática).

Com o ressurgimento do comércio, as cidades começaram a crescer. Os nobres e os burgueses moravam com conforto e luxo, mas a maioria da população vivia em casas pequenas e pobres. As pessoas trabalhavam com o comércio, artesanato e agricultura. Os artesãos se organizaram nas Corporações de Ofício para protegerem seus interesses. Os artesãos trabalhavam nas oficinas medievais e lá havia o mestre, o oficial, o aprendiz e o jornaleiro.

As cidades eram muradas e com o passar do tempo seus muros foram ampliados  e devido à falta de higiene surgiram epidemias e doenças. Nas cidades, aos poucos, o seu comando foi sendo assumido pelos grandes mercadores que passaram a ocupar os cargos de prefeitos e de conselheiros. Um novo tempo está surgindo.

quarta-feira, 10 de março de 2021

7º ano - A Transição dos Tempos Modernos

                                         A Transição dos Tempos Modernos

A Idade Moderna é uma época da historia que ocorreu depois da Idade Média (476-1453) e se estendeu do século XV ao século XVIII (1453-1789). No final da Idade Média e início da Idade Moderna, grandes transformações ocorreram na nossa história.

Na cultura e ciência, deu-se o Renascimento, firmando novos valores e princípios burgueses e contestando o mundo feudal.

Na religião, a Reforma Protestante coroou o processo de decadência da Igreja, a principal representante da ordem feudal, adequando a religião aos Tempos Modernos.

Na política, a formação dos Estados Modernos, submeteu a nobreza e a Igreja aos governos absolutistas apoiados pela poderosa burguesia moderna.

As Grandes Navegações, conhecida também como Expansão Marítima do século XV, espalharam efeitos que envolveram toda a maneira de viver dos europeus.  A chegada do homem europeu ao mundo americano e o encontro com os nativos desta parte do mundo provocaram profundas transformações no modo de vida destas pessoas. A conquista europeia foi acompanhada da destruição de povos e culturas e da exploração e marginalização de grupos que aqui viviam.

Todas estas transformações citadas acabaram por caracterizar este período como Idade Moderna e o anterior como Mundo Medieval. A Europa mudou e agora passa a controlar a economia, a sociedade, a religião e o pensamento nestas novas regiões do mundo (Eurocentrismo). Excluindo todo o modo de vida, todo pensamento e cultura destes povos não europeus, o homem europeu faz com que a chamada modernidade se impõe e se torne medida e referência, segundo o padrão de vida da Europa Moderna.  Um novo tempo está chegando. Tempos modernos estão chegando.

7º ano - A Passagem da Idade Medieval para a Idade Moderna

   A Passagem da Idade Medieval para a Idade Moderna




domingo, 28 de fevereiro de 2021

Idade Medieval e o Feudalismo - texto/resumo - 7ºano

                                            Idade Média e o Feudalismo

 A Idade Média durou aproximadamente mil anos (476-1453) e nesta época em uma grande parte da Europa existiu o Feudalismo.  Desde o final do império romano e com as invasões bárbaras, grande parte da população da Roma Antiga fugiu para as vilas romanas, grandes propriedades rurais. Nelas, os romanos trabalhavam em segurança e em troca davam metade do que produziam aos proprietários. É o sistema de colonato. É um período de transição do final da Idade Antiga para o início da Idade Média e Feudalismo.

Castelos: grandes fortalezas.  Diante das invasões e guerras, do início da Idade Média, os castelos surgiram com objetivos defensivos. Com o tempo, os castelos se tornaram poderosos, construídos de pedras e alvenaria, com muralhas de 5 a 10 metros de altura e torres erguidas a cada 30 metros, garantindo o pleno controle visual de toda redondeza. Castelos circundados por um fosso e que possuem acessos com ponte levadiça, que funciona com um sistema de pesos.

Além de centro de defesa e abrigo para toda a população, quando surge uma ameaça, o castelo é a permanente residência do senhor, sua família, seus cavaleiros e sua criadagem. Havia também os mosteiros, locais habitados pelos religiosos, onde monges trabalhavam e oravam. Nos mosteiros havia a capela, o cemitério, a biblioteca, a abadia, o estábulo, o celeiro e o refeitório. Os mosteiros eram centros importantes do poder político e de poder religioso.

 Rei não passa de fantoche.   Na Idade Média ocorreu uma progressiva redução dos poderes dos reis. Incapazes de oferecer proteção aos seus súditos contra os invasores bárbaros, os reis resignam-se à sua condição de fantoches nas mãos da nobreza feudal. A nobreza, composta dos senhores dos castelos feudais, detinha todo o poder e garantia a segurança da população que residia em suas terras.

O camponês vivia numa choça do tipo mais miserável. Trabalhando longa e arduamente em faixas de terras espalhadas na sociedade feudal, conseguia arrancar do solo apenas o suficiente para uma vida miserável. Pagava uma série de tributos ao seu senhor e ainda devia a ele outras obrigações e lealdade.

O sistema feudal  Esta ruralização da sociedade será a base do Feudalismo. Na sociedade feudal, o senhor feudal era dono da terra  e do poder. O servo trabalha na terra do senhor e a ele devia obrigações.  Havia, ainda, os vilões (pequenos proprietários de terra que viviam sob a proteção de um senhor) e os ministeriais (fiscais).

A Relação de vassalagem envolvia a concessão de terras. O Suserano era aquele que concedia a terra e o Vassalo era aquele que recebia a terra. O suserano garantia a terra e dava proteção ao vassalo que em troca jurava fidelidade ao seu suserano.

Os principais impostos do mundo feudal eram: Corvéia (trabalho gratuito em determinados dias), Talha (pagamento de impostos com parte da produção), Banalidades (pagamento pelo uso de equipamentos do senhor), Mão–morta (imposto sobre a morte de algum servo para continuar a viver nas terras do senhor). O feudo era dividido em manso senhorial (terras do senhor feudal), manso servil (terras em que os servos feudais trabalhavam) e manso comum (terras de comum uso: matas, pastagem...). No sistema feudal havia uma descentralização política, isto é, cada senhor feudal tinha plenos poderes no seu feudo.

Idade Medieval e Feudalismo: quadro e resumo - 7ºano

=== Quadro - Períodos históricos - 7º ano ===


 

sábado, 27 de fevereiro de 2021

A Transição dos Tempos Modernos: um novo tempo está chegando


A Transição dos Tempos Modernos

A Idade Moderna corresponde ao período da História ocidental que se estende do século XV ao século XVIII. Neste período o Feudalismo foi gradativamente substituído pelo modo de produção capitalista e grandes transformações ocorreram: Renascimento, Reforma Protestante e a formação dos Estados Absolutistas. A Expansão Marítima tornou a América e outras regiões, antes desconhecidas, agora conhecidas pelo mundo europeu.
Na cultura e ciência, deu-se o Renascimento, firmando novos valores e princípios burgueses e contestando o medievais-feudais.
Na religião, a Reforma Protestante coroou o processo de decadência da Igreja, a principal representante da ordem feudal, adequando a religião aos Tempos Modernos.
Na política, a formação dos Estados Modernos, submeteu a nobreza e a Igreja aos governos absolutistas apoiados pela poderosa burguesia moderna.
As Grandes Navegações, conhecida também como Expansão Marítima do século XV, espalharam efeitos que envolveram toda a maneira de viver do homem europeu. A cultura, a religião e a política sofreram mudanças substanciais, adequando-se ao novo momento vivido.   A chegada do homem europeu ao mundo americano e o encontro com os nativos desta parte do mundo provocaram profundas transformações no modo de vida destas pessoas.
A conquista europeia foi acompanhada da destruição de povos e culturas e da exploração e marginalização de grupos que aqui viviam. Seus descendentes (grupos indígenas norte-americanos, mexicanos, brasileiros e andinos) ainda hoje, lutam para defender espaços de sobrevivência em todo o continente.
Todas estas transformações citadas acabaram por caracterizar este período como Idade Moderna e o anterior como Mundo Medieval. A Europa mudou e agora passa a controlar a economia, a sociedade, a religião e o pensamento nestas novas regiões do mundo. Excluindo todo o modo de vida, todo pensamento e cultura destes povos, o homem europeu faz com que a chamada modernidade se impõe e se torne medida e referência, segundo o padrão de vida da Europa Moderna.  Um novo tempo está chegando. Tempos modernos estão chegando.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Fim da Idade Média e início da Idade Moderna: Cidades. Feiras. Renascimento.


Atividade em classe: fim da Idade Média, início da Idade Moderna e Renascimento.

Instruções: leia o texto abaixo e utilize-o para realizar a atividade da sala de aula.

A. As cidades europeias pequenas e muitas delas protegidas por grandes muralhas que cercavam as cidades. Estas cidades possuíam uma igreja no centro e em volta dela as casas de luxo do fim da Idade Média e início da Idade Moderna eram cidades. Mais próximo às muralhas ficavam as casa mais pobres. As ruas eram sujas, escuras e estreitas. O lixo era despejado diretamente nas ruas e devido à falta de higiene eram comuns as doenças e epidemias que matavam milhares de pessoas nestas cidades.
B. Muitas cidades tiveram que se libertar dos seus antigos senhores feudais através de pagamentos aos senhores (carta de franquia) ou através de uma ordem do rei (carta real). Há ainda casos de cidades que se libertaram através de guerras.
C. A partir do século XII surgiram as feiras, onde vários mercadores se reuniam para as vendas de seus produtos: tecidos, peles, gados, couro, açúcar, sal e trigo.  Nestas feiras medievais havia também os saltimbancos (artistas de ruas que se apresentavam nas feiras) e os cambistas (pessoas que emprestavam dinheiro a juros aos presentes nas feiras).
D. Nas cidades, um novo grupo de pessoas começou a ganhar importância. São os burgueses que se dedicavam ao comércio e logo se enriqueceram.  Estes burgueses moravam nas cidades, participavam das feiras e com o passar do tempo se tornaram ricos e poderosos.  Nas cidades havia também as Corporações de Ofício, onde se reuniam os artesãos para produzirem seus objetos. Nestas Corporações de Ofício trabalhavam o mestre, o oficial, o aprendiz e o jornaleiro.
E. O Renascimento surgiu na Itália durante a Baixa Idade Média e logo se espalhou pela Europa. O movimento renascentista buscava inspiração na Antiguidade Clássica e negava os valores medievais incorporados pela Europa. Os mecenas, burgueses enriquecidos em busca de prestígio, foram os grandes patrocinadores dos artistas renascentistas. Os principais nomes do Renascimento foram: Leonardo da Vinci, Rafael. Nicolau Copérnico,  Michelângelo e Galileu Galilei.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

As Cruzadas - resumo


As Cruzadas - ficha resumo

As cruzadas foram expedições militares organizadas com objetivo de conter o avanço dos muçulmanos, de difundir a fé cristã e libertar a Terra Santa (região de Jerusalém) das mãos dos muçulmanos. Muitas pessoas, sem terras e sem proteção dos senhores feudais, ingressaram nas cruzadas. Assim, as cruzadas podem ser entendidas como uma tentativa de solução para diferentes setores da sociedade: econômicos (objetivo de conseguir terras e riquezas no Oriente) e religiosos (objetivo de libertar Jerusalém das mãos dos muçulmanos).
Entre o final do século XI até o século XIII foram organizadas várias cruzadas rumo ao oriente, mas não tiveram sucesso. Mesmo não tendo alcançado os objetivos propostas, as cruzadas produziram os seguintes efeitos: reabertura do Mar Mediterrâneo, contatos com novas culturas, aumento de circulação de pessoas e riquezas na Europa, renascimento do comércio e das cidades.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Feudalismo e as cruzadas (vídeos)

Vídeos sobre o Feudalismo e as cruzadas.


Novo Telecurso - Ensino Médio - História - Aula 44



sábado, 6 de fevereiro de 2021

Idade Média e o Feudalismo


 Idade Média e o Feudalismo



A Idade Média durou aproximadamente mil anos (476-1453) e nesta época em uma grande parte da Europa existiu o Feudalismo.
 Desde o final do império romano e com as invasões bárbaras, grande parte da população da Roma Antiga fugiu para as vilas romanas, grande propriedades rurais. Nelas, os romanos trabalhavam em segurança e em troca davam metade do que produziam aos proprietários. É o sistema de colonato. É um período de transição do final da Idade Antiga para o início da Idade Média e Feudalismo.


  1 - Castelos: grandes fortalezas.
Diante das invasões e guerras, do início da Idade Média, os castelos surgiram com objetivos defensivos. Com o tempo, os castelos se tornaram poderosos, construídos de pedras e alvenaria, com muralhas de 5 a 10 metros de altura e torres erguidas a cada 30 metros, garantindo o pleno controle visual de toda redondeza. Castelos circundados por um fosso e que possuem acessos com ponte levadiça, que funciona com um sistema de pesos.
Além de centro de defesa e abrigo para toda a população, quando surge uma ameaça, o castelo é a permanente residência do senhor, sua família, seus cavaleiros e sua criadagem.
Havia também os mosteiros, locais habitados pelos religiosos, onde monges trabalhavam e oravam. Nos mosteiros havia a capela, o cemitério, a biblioteca, a abadia, o estábulo, o celeiro e o refeitório. Os mosteiros eram centros importantes do poder político e de poder religioso.


2- Rei não passa de fantoche e a vida miserável do camponês.
Na Idade Média ocorreu uma progressiva redução dos poderes dos reis. Incapazes de oferecer proteção aos seus súditos contra os invasores bárbaros, os reis resignam-se à sua condição de fantoches nas mãos da nobreza feudal. A nobreza, composta dos senhores dos castelos feudais, detinha todo o poder e garantia a segurança da população que residia em suas terras.
O camponês vivia numa choça do tipo mais miserável. Trabalhando longa e arduamente em faixas de terras espalhadas na sociedade feudal, conseguia arrancar do solo apenas o suficiente para uma vida miserável. Pagava uma série de tributos ao seu senhor  e ainda devia a ele outras obrigações e lealdade.


3 - O feudalismo
Esta ruralização da sociedade será a base do Feudalismo. Na sociedade feudal, o senhor feudal era dono da terra  e do poder. O servo trabalha na terra do senhor e a ele devia obrigações.  Havia, ainda, os vilões (pequenos proprietários de terra que viviam sob a proteção de um senhor) e os ministeriais (fiscais).
A Relação de vassalagem envolvia a concessão de terras. O Suserano era aquele que concedia a terra e o Vassalo era aquele que recebia a terra. O suserano garantia a terra e dava proteção ao vassalo que em troca jurava fidelidade ao seu suserano.
Os principais impostos do mundo feudal eram: Corvéia (trabalho gratuito em determinados dias), Talha (pagamento de impostos com parte da produção), Banalidades (pagamento pelo uso de equipamentos do senhor), Mão –morta (imposto sobre a morte de algum servo para continuar a viver nas terras do senhor).
O feudo era dividido em manso senhorial (terras do senhor feudal), manso servil (terras em que os servos feudais trabalhavam) e manso comum (terras de comum uso: matas, pastagem...). No sistema feudal havia uma descentralização política, isto é, cada senhor feudal tinha plenos poderes no seu feudo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Feudalismo - resumo

FEUDALISMO

Início.
Com as invasões bárbaras, grande parte da população romana fugiu para as vilas romanas, grandes propriedades rurais, onde trabalhavam em segurança e davam metade do que produziam aos proprietários. É o sistema de colonato. Esta ruralização da sociedade seria a base do Feudalismo.
Na sociedade feudal, o senhor feudal tinha a posse da terra e o poder. O servo trabalha na terra do senhor. A terra é a fonte de riqueza no sistema feudal. Havia ainda os vilões, (pequenos proprietários que viviam sobre a proteção de um senhor) e os ministeriais (fiscais).
Os principais impostos (taxas) do mundo feudal eram: Corvéia (trabalho gratuito em certos dias da semana). Talha ( entrega de parte da produção do servo). Banalidades ( pagamento pelo uso de certos equipamentos: moinho, fornos). Mão-morta (imposto sobre a morte de algum servo para continuar a viver na terra).

Sociedade feudal.
Na Idade Média, a propriedade da terra definia a relação de poder. O feudo era dividido em manso senhorial (terras de castelos feudais), manso servil (terras em que os servos moravam e trabalhavam) e manso de reserva (terras comuns). No sistema feudal havia uma descentralização política, isto é, cada senhor feudal tinha plenos poderes no seu feudo.
A relação de vassalagem envolvia a concessão de terras. O Suserano era aquele que concedia a  terra e o Vassalo era aquele que recebia a terra. O Suserano garantia a terra ao Vassalo e lhe dava proteção e o Vassalo prestava serviços, pagava taxas aos senhores feudais. A relação de vassalagem envolvia um pacto e uma relação de reciprocidade entre Suseranos e Vassalos.

Igreja na Idade Média.
A Igreja, na Idade Média, acumulava bens e riquezas. A igreja era muito poderosa e controlava a vida do homem medieval. Na igreja havia o Alto Clero (religiosos que viviam com os nobres) e o Baixo Clero (religiosos que viviam com os camponeses). Assim, a Igreja estava presente em todos os setores da vida medieval.
Os religiosos que viviam em paróquias (bispos, padres e cardeais) eram chamados de clero secular. Em oposição aos abusos do clero secular, surgiu o clero regular, que era composto por monges que viviam nos mosteiros, estudavam as sagradas escrituras e faziam votos de pobreza.
Durante a Idade Média surgiu uma série de heresias (pensamentos contrários à Igreja) que foram combatidos violentamente pelo Tribunal de Inquisição, que julgava e chegava a condenar à morte os hereges.

Cultura na Idade Média.
Durante toda a Idade Média, a Igreja Católica detinha todo o controle do conhecimento, do saber e da produção cultural. Em muitas regiões da Europa, apenas os padres sabiam ler e escrever. Existiam poucos livros e eram produzidos à mão.
O poder da Igreja Católica atingia todos os setores da sociedade e era ela quem respondia por todas as dúvidas das pessoas. É o que chamamos de Teocentrismo (Deus é o centro de tudo), isto é, tudo deve ser respondido conforme a Igreja desejava.
       As construções das grandes catedrais mostram a importância da Igreja neste período. 
      Neste período surgem dois grandes estilos arquitetônicos: românico e o gótico