Frase andante

"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." (Cora Coralina)------------------- "Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos." (Pitágoras)

=========================== Bem-vindo(a) =============================

ATENÇÃO. Este blog é apenas mais uma ferramenta de apoio complementar ao conteúdo do livro didático para auxiliar meus alunos e visitantes. Os vídeos e textos apresentados e indicados estão disponíveis na internet e são citados sempre com as referências e fontes. Que este blog seja mais um instrumento de aprendizagem e reforço de conteúdo para todos os visitantes. Seja bem-vindo(a).

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Ditadura Militar no Brasil. (ficha)

Ditadura Militar  (ficha - esquema)

Ditadura Militar (1964-1985)

  Ditadura: início > crise do Populismo. 
Desordem político-social. Inflação. Recessão econômica. 
Crise de balança de pagamentos.
          Contexto Internacional: Guerra Fria.
Contexto político: Autoritarismo. Censura. Atos Institucionais. Bipartidarismo. Controle do movimento sindical. Perseguições e torturas.
Contexto econômico: Abertura ao capital externo. Desenvolvimentismo. Construção de grandes obras. Crescimento econômico e controle da inflação. Milagre Econômico. Década Perdida.
  
1. (Castelo Branco, 1964-1967)
Atos Institucionais (AI’s). Bipartidarismo (ARENA e MDB)
1967: Lei de Segurança Nacional – Lei de Imprensa.  
Economia: Abertura ao capital estrangeiro. Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG)

2. (Costa e Silva, 1967-1969)
Manifestações de oposição. Luta Armada. ALN. MR-8. Var-Palmares.
            AI-5 (13/12/68)
  
3. (Médici, 1969-1974)
Política: Emenda Constitucional (30/10/69)
            Economia: Milagre Econômico
Neopopulismo: Nacionalismo. Vitórias esportivas.


4. (Geisel, 1974-1979)
            Política: Reabertura Lenta, Gradual e Segura.
            Economia: II PND (dez/1977)

5. (Figueiredo, 1979-1985)
            Economia: “Década Perdida”
            Política: Lei da Anistia. Reformulação Partidária (1979)
            1983/1984: Diretas-já
            1985: Eleições Indiretas.  José Sarney – presidente: fim da Ditadura Militar

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Democracia Populista no Brasil.(vídeo).

 Vídeos - Democracia Populista.

Vídeos da série Vestibulando Digital - História II: O populismo (partes 1 e 2)

Vídeo 1.

Vídeo 2

Democracia Populista no Brasil - texto.

Brasil - Democracia  Populista.


Democracia Populista (1945-1964)

Após a saída de Getúlio Vargas da presidência (1945), o país entra em um período democrático. Em 1946, com a Nova Constituição, há uma reorganização dos partidos políticos (PSD – UDN – PTB- PCB). Eurico Gaspar Dutra (1946-1951), eleito em 1945, rompeu com a URSS, colocou na ilegalidade o Partido Comunista e criou o Plano SALTE (investimentos em saúde, alimentação, transporte e energia).
Nas eleições de 1950, Getúlio Vargas vence com 48% dos votos. O governo populista de Vargas fortaleceu a industrialização e criou grandes empresas estatais (Eletrobrás, BNDE e Petrobrás). Vargas queria atrair capitais estrangeiros para associá-los ao nacional. Acusado de “entreguismo”, acabou perdendo apoio da burguesia. Buscando o equilíbrio da sociedade, chamou João Goulart para o Ministério do Trabalho, o que desagradou os setores conservadores e as Forças Armadas. A crise econômica aumentou ainda mais os protestos contra Vargas. Vargas acabou completamente isolado. Após o atentado em que morreu o militar Rubens Florentino e deixou ferido o governador Carlos Lacerda, dono do jornal Tribuna da Imprensa, Getúlio é acusado de ser o mandante e é pressionado pelos militares para deixar o poder. Em 24/08/1954, Getúlio suicidou-se com um tiro no coração.
Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961) vence as eleições e adota um estilo conciliatório. JK afirmava que em seu governo o Brasil cresceria “50 anos em 5”. Elaborou um programa de desenvolvimento nacional denominado Plano de Metas (investimentos em energia, alimentação, transporte, educação e indústria de base).
Governo JK. Construção de Brasília (1960). Formação de um parque industrial no ABC paulista (indústria automobilística). O governo JK consolidou o processo de industrialização. Mas, o custo não tardaria a aparecer sob a forma de endividamento externo, da alta da inflação e do aumento da dependência econômica do país. O processo de industrialização foi acompanhado de um crescimento significativo das cidades e do modo de vida urbano.
Jânio Quadros tomou posse em 1961. Jânio (usava a vassoura como emblema do combate à “bandalheira nacional”) estabeleceu uma política de combate à corrupção, adotou medidas de austeridade e moralismo e no plano externo adotou uma política de não alinhamento aos Estados Unidos. Mas, Carlos Lacerda e a UDN, partido de sustentação do governo, passaram para a oposição, alegando pouco espaço no governo. A condecoração dada pelo presidente Jânio Quadros ao guerrilheiro Ernesto “Che” Guevara acelerou a crise política do momento. Em agosto de 1961 Jânio Quadros anunciou sua renúncia com apenas sete meses de governo.
Quando Jânio Quadros renunciou, o vice-presidente (João Goulart) estava em viagem oficial à China comunista.  João Goulart era um político visto por muitos brasileiros com um “comunista transvertido de democrata”. Carlos Lacerda, a UDN e setores militares não aceitam sua volta, temerosos de que ele adotasse uma política “antiamericana e esquerdista” (são os chamados “golpistas”). Leonel Brizola, governador do Rio Grande do Sul e cunhado de João Goulart (Jango) organiza um movimento no sul do país defendendo a volta de Jango ao Brasil (são os chamados “legalistas”).  Diante do impasse, o grupo de Carlos Lacerda aceita a volta de Jango, que toma posse em 07/07/1961. Mas, para limitar os poderes do novo presidente é instituído no país o parlamentarismo. Dois anos depois, 1963, João Goulart vence um plebiscito realizado para escolha entre o presidencialismo e o parlamentarismo. O país volta ao regime presidencialista.
Realizações do governo João Goulart: Plano Trienal (combate à inflação, incentivo à industrialização, renegociação da dívida externa e início de uma reforma agrária). João Goulart passa a priorizar a reforma agrária e sinaliza com uma política externa independente dos Estados Unidos e de instauração de “Reformas de Base” (reforma agrária, nacionalização das indústrias, votos aos analfabetos e controle da remessa de lucros ao exterior).
Cresce a oposição ao governo e o presidente participa de um grande comício popular em 13/03/64 no Rio de Janeiro, onde promete realizar reformas de base e ainda uma revisão na Constituição.  Em 31/03/64 os militares, com apoio dos governadores de SP, Minas e Guanabara, dão um Golpe de Estado. João Goulart não reagiu e buscou asilo político no Uruguai. Os militares assumem o poder.

Leia o texto novamente e atenção com os seguintes pontos:
·         Dutra. Conservadorismo. Plano SALTE
·         Vargas.  Grandes Estatais. Crises internas. Morte.
·         JK. Desenvolvimentismo: 50 anos em 5. Brasília: nova capital.  Crise no último ano de governo.
·         Jânio Quadros: política externa. Política interna. Renúncia.
·         João Goulart: Legalistas X Golpistas. Parlamentarismo. Reformas de Base. Movimento de 31/03/64.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Revolução Cubana (texto)

 Revolução Cubana (texto)

Revolução Cubana (1959)

A última colônia latino-americana a conquistar sua independência foi Cuba, em 1898, no contexto de uma guerra entre Espanha e Estados Unidos, dando início a um intervencionismo que se prolongou pelo século XX.  Em 1934 chegou ao poder Fulgêncio Batista, que se tornou ditador sangrento, líder de um governo corrupto, responsável por permitir que seu país se transformasse em um verdadeiro bordel de luxo. O povo cubano era governado por um regime autoritário, vivia na miséria e seu país era extremamente dependente dos Estados Unidos.
Contra o governo de Fulgêncio Batista, forças oposicionistas organizaram-se e algumas se encaminharam para a ação armada. Surge um grupo de guerrilheiros, dentre os quais Fidel Castro, Che Guevara, Camilo Cienfuegos e José Antonio Echeverria.  A luta armada se prolongou de 1953 até 1959 e, surpreendentemente, começou com um grupo de doze guerrilheiros, que, ocultando-se na selva, em uma região conhecida como Sierra Maestra, montaram o corpo armado que foi denominado Exército Rebelde. Com o apoio da população local, sobretudo camponeses, os rebeldes impuseram várias derrotas às tropas governamentais, que tentavam dissolver o grupo revolucionário. O exército do governo em vários locais se recusou a lutar e Fulgêncio Batista, isolado, fugiu para a República Dominicana. Em janeiro de 1959, Havana estava tomada pelos revolucionários cubanos. Fidel Castro chegava ao comando do país.
O governo de Fidel Castro a princípio não se caracterizava como socialista. Entretanto, as reformas e nacionalizações realizadas apontavam nessa direção. Isso preocupava severamente os Estados Unidos, que passou a apoiar a contra-revolução. Em abril de 1961, a CIA organizou uma invasão à Baía dos Porcos, em Cuba, que se revelou um fiasco do ponto de vista estratégico. Fidel Castro sairia fortalecido deste episódio e logo declararia oficialmente a instalação em Cuba de um regime socialista.
No ano de 1962 ocorreu a Crise dos Mísseis, quando os norte-americanos não aceitaram a instalação de armamentos nucleares soviéticos em Cuba.  Diante de uma possível guerra nuclear, Estados Unidos e União Soviética chegaram a um acordo: os soviéticos desistiram da instalação dos armamentos em Cuba e os norte-americanos garantiram não intervir mais na ilha. Ainda em 1962, após a Crise dos Mísseis, Cuba foi expulsa da OEA - Organização dos Estados Americanos- e os Estados Unidos deram início ao bloqueio naval e econômico contra Cuba.
A reorganização da economia cubana sob o socialismo levou à coletivização e à nacionalização de empresas estrangeiras. O Estado assumiu o controle da economia planificada. Cassinos e Bordéis foram fechados e os hotéis, abertos à população. Especial atenção foi dedicada à medicina e à educação. Grupos de jovens foram espalhados por toda a ilha numa gigantesca campanha de alfabetização. Em tempo recorde foi extinto o analfabetismo no país, causa de orgulho nacional para os cubanos até hoje. Fidel Castro permaneceu no poder cubano até 2008, quando se afastou por problemas de saúde, passando o governo a seu irmão, Raul Castro, que ainda hoje governa Cuba.

Atenção: Leia o texto novamente e atenção com os seguintes pontos:
·         Cuba antes da revolução cubana de 1959.
·         Guerra Civil: Governo de Fulgêncio Batista contra Guerrilha de Fidel Castro.
·         Vitória da guerrilha de Fidel Castro em 1959 e as primeiras medidas do novo governo revolucionário.
·         Invasão à Baía dos Porcos: a reação dos Estados Unidos.
·         A crise dos Mísseis

Revolução Cubana (vídeo).

 Vídeos - Revolução Cubana


Veja os vídeos abaixo sobre a Revolução Cubana de 1959. Vídeos disponíveis no YouTube.
Vídeo 1 - 



Vídeo 2 -

sábado, 13 de agosto de 2016

******* 14 de agosto/2016 - Dia dos pais. ******

14 de agosto - Dia dos pais.





Parabéns a todos os pais. 
Que Deus os abençoe.



Recados

sábado, 30 de julho de 2016

=== Projeto Olímpico - Rio 2016 - Vamos participar. ===

Votação encerrada - Obrigado aos participantes.

 Vote na bandeira abaixo - Colégio Santo André - São José do Rio Preto (SP)



O bandeiraço virtual que faz parte do concurso cultural "TRÉGUA OLÍMPICA - EU CONSTRUO A PAZ!", promovido pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 está chegando em sua reta final.
As dez escolas que conseguirem o maior número de pessoas levantando a sua bandeira, ou seja, participando do bandeiraço, que acontece até o dia 28 de julho, serão as grandes vencedoras e farão parte de um grande mosaico de bandeiras da paz, que será exibido em diferentes locais do Rio de Janeiro, ajudando a construir a Trégua Olímpica.
Além de receber uma réplica da Tocha dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a ser entregue até o final do mês de julho de 2016.
Fonte: http://www.colegiosantoandre.org.br/noticias/detalhesNoticias.asp?Id={5C6F7F82-491C-4548-A8D2-7A3937F24C88}#.V5EGcriAOko






sábado, 9 de julho de 2016

Hoje é feriado no estado de São Paulo:09 de julho.

O que foi a revolução constitucionalista de 1932?

Eliza Kobayashi (novaescola@fvc.org.br)
Cartaz de convocação de voluntários para a Revolução Constitucionalista de 1932. Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Foto: Renato Chaui
Cartaz de convocação de voluntários.Acervo do Instituto Histórico e Geográficode São Paulo. Foto: Renato Chaui
Antes de falar sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, é preciso voltar alguns anos na história para buscar os embriões deste que foi um dos maiores movimentos armados da história do Brasil. Durante a República Velha (1889-1930), formou-se uma aliança entre os estados mais ricos e influentes do país na época, São Paulo e Minas Gerais, cujos representantes alternavam-se no posto da presidência da república naquilo que ficou conhecido como a "política do café com leite". Em 1930, porém, o presidente Washington Luís, representante dos paulistas, rompe a aliança com os mineiros e indica o governador de São Paulo Júlio Prestes como seu sucessor, que venceu as eleições. As oligarquias mineiras não aceitam o resultado e, por meio de um golpe de estado articulado com os estados do Rio Grande do Sul e da Paraíba, colocam Getúlio Vargas no poder. 
"Getúlio vem com uma nova proposta de modernização do país. O grupo que chega ao poder pretende promover essas mudanças de maneira autoritária, sem consultas eleitorais", conta Alexandre Hecker, professor de História Contemporânea da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Mackenzie. O novo presidente fecha o Congresso Nacional, anula a Constituição de 1891 e depõe governadores de diversos estados, passando a nomear interventores. As medidas desagradam profundamente as elites paulistas tradicionais. "Esses grupos, que eram ligados ao Partido Republicano Paulista (PRP) e haviam sido derrotados pela revolução de 1930, passam a trabalhar em oposição ao governo de Getúlio", diz Alexandre. Já, a partir de 1931, se junta a essa elite deposta um "grupo mais moderno", que exige do governo a criação de uma carta magna que regesse a legislação do país - algo que Vargas vinha adiando cada vez mais - além de eleições gerais para presidente da república.
Ao mesmo tempo em que se formava esse grupo opositor, fortaleciam-se, em São Paulo, os chamados tenentistas, constituídos não apenas por militares, mas também de civis que agiam sob sua liderança. "Eles se reuniam no Clube Três de Outubro e apoiavam as ações do governo", explica o professor. "Havia diversas brigas de rua entre os estudantes do Largo São Francisco e esse grupo getulista, os tenentistas". No dia 23 de maio, essas forças se encontraram e se defrontaram nas ruas de São Paulo, o que resultou na morte de alguns estudantes em praça pública, que ficaram famosos como MMDC (sigla das iniciais dos quatro jovens mortos: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. Mais tarde, adicionou-se a letra A, de Alvarenga, ao final da sigla, de outro jovem que acabou morto por causa do conflito).
Essas mortes foram o estopim que deu início no dia 9 de julho de 1932 à Revolução Constitucionalista. Com a ajuda dos meios de comunicação em massa, o movimento ganha apoio popular e mobiliza 35 mil homens pelo lado dos paulistas, contra 100 mil soldados do governo Vargas. "Havia uma possibilidade de que outros estados viessem em apoio ao governo do estado de São Paulo, mas ele ficou isolado e, com isso, se desenvolveu uma série de batalhas", destaca Alexandre. Foram quase três meses de batalhas sangrentas, encerradas em 2 de outubro daquele mesmo ano, com a derrota militar dos constitucionalistas. "Moralmente, porém, em termos de denúncia política, o movimento foi vencedor, porque logo depois do término do conflito, o governo federal convocou eleições para uma Assembleia Constituinte, que promulgou a Constituição do Brasil em 1934. Foi também quando, pela primeira vez no país, as mulheres participaram do processo eleitoral", ressalta o historiador.
O termo "revolução" para o movimento constitucionalista não é muito adequado àquilo que se propunha fazer, segundo o professor. "Não era uma revolução. Na verdade, desejava-se a normatização da legislação e do processo eleitoral, e não uma mudança no sentido de alteração das relações de poder ou qualquer coisa que significasse uma limitação no processo de desenvolvimento capitalista", afirma. Ele diz que, para alguns historiadores, o movimento é considerado até conservador e anti-revolucionário. "Era uma elite derrotada que queria voltar ao poder e encontraram nesse movimento uma desculpa para isso".
novaescola.org.br/historia/fundamentos/foi-revolucao-constitucionalista

Documentário - Revolução de 1932


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Médico de Homens e de Almas


Médico de Homens e de Almas
Caldwell, Taylor
Editora Record. RJ. 2005

A Bíblia apresenta São Lucas como o médico de coração generoso, bem instruído e autor de um dos Evangelhos e do 'Livro de Atos'. Lendas antigas o descrevem como uma pessoa a quem são atribuídos milagres e prodígios antes mesmo de sua conversão ao cristianismo. Taylor Caldwell combina estas duas imagens de um dos homens mais importantes da igreja cristã primitiva, caracterizado pela constante preocupação com o sofrimento de enfermos, oprimidos e pobres.  (www.livrariacultura.com.br)
A história de Lucano, ou São Lucas, é a história da peregrinação de todos os homens através do desespero e das trevas da vida, através do sofrimento e da angústia, através da amargura e da tristeza, através da dúvida e do cinismo, através da rebelião e da desesperança até os pés e a compreensão de Deus. Um livro que emocionou a milhares de pessoas. (www.livrariasaraiva.com.br)

sábado, 11 de junho de 2016

República no Brasil. Revoltas no início da República. (resumo)

Revoltas no início da República. Leia e aproveite para estudar.

9°ano – ficha resumo. Movimentos sociais na cidade e no campo
Revolta da Chibata.  A revolta da chibata, ou Revolta dos Marinheiros, ocorre em unidades da Marinha no Rio de Janeiro. Os rebeldes querem o fim do castigo corporal, pena aplicada por oficiais aos marujos. Querem também o cumprimento da lei de aumento de seus vencimentos, a redução da jornada de trabalho e a concessão de anistia.  A revolta explode quando Marcelino de Menezes é condenado à chibata, pois estava alcoolizado. Liderados por João Cândido, chamado por seus companheiros de “Almirante Negro”, assumem o controle de embarcações da Marinha de Guerra, ancoradas na baía da Guanabara e ameaçam bombardear a capital do Brasil. O presidente Hermes da Fonseca promete, inicialmente, atender às reivindicações, mas acaba recusando a anistia aos rebelados, prendendo e deportando muitos para diversas regiões do país.
Revolta da Vacina.  A falta de saneamento básico no Rio de Janeiro deixa os habitantes vulneráveis a epidemias de febre amarela, varíola e outras doenças. Uma reforma sanitária é conduzida pelo prefeito Pereira Passos e por Osvaldo Cruz, diretor do Departamento Nacional de Saúde Pública. A tensão explode quando, em 1904, o governo torna obrigatória a vacinação contra varíola. As brigadas de vacinação tinham reforço policial em caso de resistência. Repartições públicas são depredadas, lojas saqueadas e bondes incendiados. Barricadas são levantadas nas ruas.  Políticos da oposição aproveitaram-se da truculência dos “vacinadores” para sublevar a população contra o governo. O governo acaba com a obrigatoriedade da vacina. A rebelião foi reprimida pelo exército e pela polícia, que conseguiram recuperar o controle da situação, debelando os revoltosos em outubro de 1904.
Guerra do Contestado. Conflito ocorrido entre 1912 e 1916 em área disputada por Paraná e Santa Catarina. Grande número de famílias pobres procura terra e trabalho na região. Região agitada pela construção de uma ferrovia que ligaria São Paulo ao Rio Grande do Sul. Em 1900, a Lumber Company, já era proprietária de uma grande faixa de terra desapropriada pelo governo ao longo da ferrovia.  Desempregados, gente expulsa da terra à beira da ferrovia e gente à procura de terra reúnem-se em torno do beato José Maria, um místico que mesclava uma vida de cura e discurso político, formando uma comunidade de base mística e comunitária. Eles se deslocam pelo interior do Paraná e Santa Catarina, em combates constantes contra as forças do governo. Os combates prosseguem mesmo após a morte de José Maria e em 1915 a comunidade anuncia uma guerra santa contra os coronéis, companhias de terras e governo. O exército reage violentamente. Três mil pessoas morrem e termina a revolta.
Guerra de Canudos.  A região nordestina passava por sucessivas crises econômicas, o que deixava a população na miséria.  Após anos de pregação com discursos políticos e messiânicos, por volta de 1893, Antonio Conselheiro funda o povoado de Belo Monte na região de Canudos, sertão do Bahia. Em Canudos organiza o sistema de produção baseado no trabalho coletivo, continua sua pregação, na qual mistura religiosidade popular católica com ideias messiânicas e monarquistas. Nos anos seguintes, Canudos reúne cerca de 30 mil moradores e começa a ser visto não como um arraial de fanáticos, mas também como um perigoso reduto de rebeldes monarquistas. Muitos camponeses vão para lá, o que desagrada aos coronéis. Após intensos conflitos, o governo federal envia um grande número de soldados e artilharia pesada. Na última batalha, ocorre a destruição do povoamento (1897). Morrem milhares de combatentes, restando cerca de 400 prisioneiros, entre velhos, mulheres e crianças.
                                                                                                                Fontes: Almanaque Abril 2011.  Editora Abril.
Almanaque de História. On Line Editora.



quarta-feira, 1 de junho de 2016

Segunda Guerra Mundial. (slides)

9°ano - Slides - Segunda Guerra Mundial.Slides: aula da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria (Ficha).

Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria (Ficha).

Ficha sobre a Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria. Esquema usado em sala de aula.

                   Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria.

Causas: Revanchismo dos perdedores da Primeira Guerra Mundial.
           Crises econômicas: Destruição da Primeira Guerra Mundial - Crise econômica de 1929.
  Política do Apaziguamento (Conferência de Munique-1938).                       
           Expansionismo-nacionalismo do nazi-fascismo. Hitler: construção de uma nova ordem 
           mundial. (“Grande Alemanha”)


Guerra - 1: Guerra Relâmpago (Blitzkrieg):
            Hitler anexou Áustria (1938). Conferência de Munique (1938 > Sudetos). 
            Conquistou a  Tchecoslováquia (1939).
             A Itália invade a Etiópia (1935) e a Albânia (1939).
           Hitler invade a Polônia (1939). Reação da França e Inglaterra.
           Eixo (Alemanha, Itália e Japão).  X   Aliados (Inglaterra, França, EUA, URSS e mais 
           25   países).
          1941: Alemanha invade a URSS. (Plano Barba Ruiva – quebra do Pacto Germano -
          Soviético de 1939).
       1941: E.U.A. entram na guerra (ataque japonês em Pearl Harbor). Guerra se torna mundial.


Guerra – 2: Início das derrotas do Eixo.
Batalha de Stalingrado: inverno e política da “terra arrasada” > 1ª derrota da Alemanha.
           Dia D = início da libertação francesa dos nazistas.
           Abril/1945: exército vermelho (URSS) chega a Berlim.
1945: morte de Mussolini (fuga para Suíça).
1945: suicídio de Hitler e sua amante Eva Braun.
              Brasil: FEB (Itália) ao lado dos aliados. Presidente Getúlio Vargas.

  
Ásia: Japão e Estados Unidos.
Imperialismo japonês em áreas de interesses dos Aliados: invasões japonesas e áreas de influências econômicas.       1941: Estados Unidos entram na guerra (Pearl Harbor).
Indústria bélica: alta produção internacional. Guerra de Máquinas.
Agosto/1945: bombas atômicas no Japão (cidades de Hiroshima e Nagasaki).
                                                                

 Saldo da guerra:
Vitória dos Aliados e derrota do Eixo.             
 Milhares de cidades bombardeadas (Europa destruída).
            50 milhões de mortos. 35 milhões de feridos.
             Início da Guerra Fria.


Conferência de Potsdam (julho/1945):
     Extinção do Partido Nazista.
                Alemanha dividida entre áreas de influências: EUA, URSS, França e Inglaterra
                Desmilitarização alemã
                Criação do Tribunal de Nuremberg para julgamento de criminosos nazistas.
  

Alemanha: Divisão da Alemanha (1949)
        República Federal Alemã (Alemanha Ocidental) – capitalista – Capital: Bonn
        República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) – comunista – Capital: Berlim Oriental. 


O mundo dividido:
           Guerra Fria: Tensão e conflito latente entre EUA e URSS. Disputa por áreas de    
           influência entre comunismo e capitalismo.
           Doutrina Truman: símbolo do inicio da Guerra Fria.
           Plano Marshall: Investimentos em países europeus, principalmente  Alemanha Ocidental.
Guerra Fria (capitalismo X socialismo): Revolução Chinesa – Guerra da Coréia – Guerra do Vietnã.
Estados Unidos: Modo de vida americano. Macarthismo. Leis Jim Crow. Martim Luther King e a lei dos Direitos Civis.       

Segunda Guerra Mundial: bombas atômicas

 Segunda Guerra Mundial: Parte III -  Bombas atômicas.
                                                      Explosão da bomba lançada pelos americanos em Nagasaki em 1945
A cidade de Hiroshima, no sul do Japão, é mundialmente conhecida por ter sofrido o primeiro ataque atômico da história. A bomba atingiu a cidade na manhã do dia 6 de agosto de 1945, e a história da humanidade nunca mais foi a mesma. 

O ataque americano foi decisivo para o fim da Segunda Guerra Mundial na Ásia, com a rendição do Japão. O bombardeio matou instantaneamente cerca de 130 mil pessoas. Uma das maiores cidades do Japão, Hiroshima tinha na época cerca de 325 mil habitantes. A bomba também afetou seriamente a saúde de milhares de sobreviventes. A grande maioria das vítimas era formada pela população civil, que nada tinha a ver com a guerra. 
Naquela fase da guerra, os nazistas já haviam sido derrotados pelos aliados na Europa. Restava apenas o Japão no flanco asiático, que resistia com eficiência ao cerco dos americanos. As forças dos Estados Unidos estavam derrotando os japoneses no mar e nos territórios invadidos pelo Japão, principalmente nas Filipinas, na China e nos arquipélagos do Pacífico. Entretanto, segundo os generais americanos, a perda de territórios invadidos não seria suficiente para que os japoneses se rendessem. 
Para que o imperador Hiroíto, líder japonês, aceitasse a rendição incondicional, seria necessário um ataque direto ao território japonês. A invasão ao Japão era considerada uma iniciativa de altíssimo risco, pois a resistência da população e a batalha em solo inimigo provocariam baixas maciças nas forças americanas. Na época, calculou-se que uma invasão poderia causar a morte de aproximadamente 2 milhões de pessoas, entre americanos e japoneses, além de prolongar a guerra indefinidamente. 
Foi então que o alto-comando americano passou a considerar a única arma capaz de um ataque fortíssimo, que destruísse por completo o seu alvo sem causar nenhuma baixa nas tropas dos EUA: as bombas atômicas. Somente a potência de um ataque nuclear poderia obrigar os japoneses a se renderem. Na época, diversos cientistas, como Albert Einstein, estavam colaborando para a evolução da tecnologia nuclear, que já podia ser empregada para fins militares. 

A destruição 
Ironicamente batizada de "little boy", (garotinho, em inglês), a bomba lançada em Hiroshima é até hoje a arma que mais mortes provocou em pouco tempo. A bomba foi lançada às 8h45 e as mortes foram praticamente instantâneas. De acordo com cientistas, bastarem dez segundos para que 130 mil pessoas morressem e 80 mil ficassem feridas. 
Sua potência correspondia a 20 mil toneladas de dinamite. A explosão provocou um calor de cerca de 5,5 milhões de graus centígrados, similar à temperatura do Sol. 
A cidade de Hiroshima pode ter sido escolhida para o ataque porque fica no centro de um vale —o que pode aumentar o impacto da explosão nuclear, já que as montanhas ao redor prenderiam na região as intensas ondas de calor, a radiação ultravioleta e os raios térmicos produzidos no ataque. 
Após um silencioso clarão, ergueu-se uma espessa núvem de poeira e fragmentos de fissão. Uma chuva formada por gotas do tanmanho de bolas de gude caiu depois da explosão. Segundo relatos da época, era uma chuva escura, formada por um líquido pastoso. Essa chuva atingiu vegetações e reservatórios de água em regiões próximas a Hiroshima. 
Prédios sumiram com a vegetação, transformando a cidade num deserto. Num raio de 2 km, a partir da área sobre a qual a bomba explodiu, a destruição foi total. Milhares de pessoas foram literalmente desintegradas. Suas mortes jamais foram confirmadas em função da falta de cadáver. Quem sobreviveu teve a saúde seriamente comprometida. O calor arrancava a roupa e a pele. No total, morreram cerca de 300 mil pessoas em conseqüência do ataque. Ou as vítimas foram incineradas pelo calor, ou morreram aos poucos com os efeitos da radiação (como o câncer). 
Três dias depois, em 9 de agosto de 1945, a cidade de Nagasaki também foi atacada com uma bomba atômica. Mais uma vez, os americanos batizaram-na com ironia: "fat man" (gordo). A bomba matou cerca de 70 mil pessoas e deixou 25 mil feridas. Segundo historiadores americanos, o alto-comando dos EUA ameaçou atacar Tóquio caso o Japão não se rendesse. A destruição que um ataque nuclear causaria numa das maiores cidades do mundo era incalculável. 
O imperador Hiroíto não só aceitou como propôs a rendição incondicional diante da ameaça. Depois de seis anos, a sangrenta Segunda Guerra Mundial havia finalmente terminado. Curiosamente, bombas atômicas nunca mais foram usadas em guerras, embora tenham ocorrido vários conflitos após 1945. As armas, no máximo, são empregadas em testes para que países exibam seu poder (como fazem Índia e Paquistão, por exemplo). 
Após conhecer a destruição que pode ser causada pelas bombas, as potências temem se envolver em um conflito nuclear. Isso explica por que a guerra fria sempre foi um conflito de ameaças recíprocas entre Estados Unidos e União Soviética, em vez de uma guerra nuclear de fato. Mas essa é outra história.
                                                                                                                                                          Fonte: www.noticias.uol.com.br

Segunda Guerra Mundial: início ( I)

 Segunda Guerra Mundial: início ( parte 1). 



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Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

As motivações da Segunda Guerra Mundial. Ao fim da Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918), observamos que as nações derrotadas foram obrigadas a assinarem acordos marcados pelo pagamento de grandes indenizações e a imposição de retaliações humilhantes. Com o passar do tempo, ao invés de sanar as rivalidades, o cumprimento desses tratados determinaram a consolidação de um sentimento nacionalista voltado para a revanche. Ou seja, as nações derrotadas, principalmente a Itália e Alemanha, fomentavam o desejo de um novo conflito.

Em geral, os países revanchistas foram tomados por tendências políticas que negavam o equilíbrio e justiça do regime liberal-democrático, atacavam a eficácia do capitalismo e defendiam um frenético sentimento de superioridade em relação aos demais povos. Simpáticos ao militarismo, essas correntes políticas acreditavam que suas nações deveriam se fortalecer visando à conquista de espaços que seriam primordiais à conquista de novos tempos de prosperidade.

Na Alemanha, esse discurso tomou força com as ações do líder nazista Adolf Hitler, o qual criticava as humilhações históricas do Tratado de Versalhes e atribuía o insucesso econômico do país em virtude da suposta interferência maléfica da comunidade judaica na economia alemã. Chegando ao poder por meio do voto, Adolf Hitler estabeleceu uma forte propaganda de seu regime, que esteve aliado à abertura de diversas obras públicas que ofereciam trabalho a uma grande massa de desempregados.

Entre os italianos, a semelhante situação de desolação econômica abriu caminho para a organização de tendências políticas antidemocráticas que viriam a combater os democratas e comunistas do país. Sob o comando do partido fascista, os radicais italianos conseguiram atrair diferentes setores da população e impor a chegada do líder Benito Mussolini com a aprovação da monarquia parlamentar italiana. Deste modo, mais um partido ultranacionalista chegava ao poder na Europa.

Mesmo percebendo tais mudanças, consideradas graves no cenário político europeu, Grã-Bretanha e França não tomaram medidas incisivas contra o nazismo alemão e o fascismo italiano. Em um primeiro momento, os governos de tais países acreditavam que o nazi-fascismo poderia ser útil na contenção de um possível avanço do comunismo na Europa. Contudo, os totalitaristas almejavam colocar novamente em disputa os territórios e riquezas perdidos com a Primeira Guerra Mundial.

Por um lado, vemos que o revanchismo se consolidou como uma manifestação direta ao tom desastroso dos tratados do pós-Primeira Guerra. Paralelamente, a grave crise econômica que se instalou na Europa – e que tomou maiores proporções com a crise de 1929 – fomentou o discurso inflamado das correntes totalitárias. Por fim, a morosidade das grandes potências em barrar o nazi-fascismo consolidaram o cenário de tensões que anteciparam a Segunda Guerra Mundial.

Segunda Guerra Mundial
Antecedentes. Os acordos de paz impostos pelos vencedores da Primeira Guerra eram espoliativos e humilhantes, já contendo em si os germes de um novo conflito. O Tratado de Versalhes, considerou a Alemanha "culpada pela guerra" e exigiu dela pesadas indenizações. 


Imperialismo. Dispostos a destruírem a ordem nacional vigente, Japão, Itália e Alemanha adotaram, na década de 30, uma política declaradamente imperialista, contra a qual a Liga das Nações mostrou-se impotente. 

O avanço do Japão. Cobiçando as matérias-primas e os vastos mercados da Ásia, o Japão reiniciou sua investida imperialista em 1931, conquistando a Manchúria, região rica em minérios que pertencia à China. 

O expansionismo da Itália.Em outubro de 1935, a Itália de Mussolini afirmou seu imperialismo invadindo a Etiópia, país independente situado no nordeste da África. Diante disso, a Liga das Nações determinou que seus Estados-membros restringissem o comércio com a Itália. Essa proibição, não chegou a afetar a Itália, porque nações fortes como os Estados Unidos e a Alemanha continuaram a vender-lhe matérias-primas essenciais, como petróleo e carvão. 

A escalada da Alemanha. Em 7 de março de 1936, a Alemanha começou a mostrar suas guarras ocupando a Renânia (região situada entre a França e a Alemanha). 
O próximo passo da Alemanha nazista foi juntar-se à Itália fascista e intervir na Guerra Civil Espanhola em favor das forças do general Franco. 

Logo em seguida, Hitler aliou-se formalmente com Mussolini, dando origem ao Eixo Roma-Berlim. Posteriormente, com a entrada do Japão essa aliança, formou-se o Eixo Roma-Berlim-Tóquio. 

Hitler realizou o anschluss, anexação da Áustria à Alemanha, em março de 1938. Para isso, os alemães contaram com total apoio dos nazistas austríacos. 

Em seguida, o Führer (líder) passou a exigir também os Sudetos, região da Tchecoslováquia onde viviam aproximadamente 3 milhões de alemães. O governo tcheco, decidiu resistir aos alemães. Para isso mobilizou suas tropas e pediu auxílio à França. 

A União Soviética, que tinha sido desprezada pela França, e pela Inglaterra, decidiu aproximar-se da Alemanha. Esta, por sua vez, viu vantagem na aproximação, pois em caso de guerra não precisaria ter de lutar em duas frentes. (URSS & países aliados) 

Assim em agosto de 1939, a Alemanha de Hitler e a União Soviética de Stálin firmaram entre si um pacto de não-agressão, que estabelecia, secretamente, a partilha do território polonês entre as duas nações. Com o sinal verde dado por Stálin, Hitler sentiu à vontade para agir. 

O número de mortos durante a guerra ultrapassou a marca de 50 milhões, número que, não soma os 28 milhões que foram mutilados. 
                                                                                         Fonte: WWW.brasilescola.com.br